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O Observatório Cristão tem se tornado um guia prático para artistas iniciantes e mesmo nem tão novatos assim, mas que buscam dar um upgrade em suas carreiras dentro das novas tendências do mainstream. Recentemente tivemos a oportunidade de participar de um mega evento voltado para o mercado religioso no país e naquela oportunidade, pude conversar com muitas pessoas a respeito das tendências do mercado fonográfico, sobre as novidades tecnológicas, os avanços da mídia digital, o futuro da mídia física e entre tantos assuntos, um que obteve mais destaque e se tornou bastante recorrente foi “o que devo priorizar para fazer em minha carreira?”

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No último sábado, como de hábito, estive numa livraria pra tomar um café e torrar meu cartão de crédito com papel, livros, essas coisas que não dão status entende?

Quando já tinha me encantado com aquele clima, afinal caio sempre nos mesmos golpes da indústria cultural, dei de cara com um Moleskine que trazia a reprodução de uma obra do pintor holandês Vermeer — Johannes Vermeer (1632-1675).

Claro, levei o caderno e fui comparar a impressão da capa com a do livro que tenho sobre ele, de 1967, 68, sei lá.

Em casa, enquanto examinava as imagens, resolvi tirar umas fotos que ilustrariam este post.
O tema já estava escolhido: Vermeer e a permanência do sublime.

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A internet é interativa, a internet é um mundo conectado, a internet bem utilizada vira um meio essencial de aprendizado e convívio… Utilizei esse vídeo acima feito pela Nike para a Copa do Mundo para ilustrar um pouquinho a mensagem que quero passar.

Esses dias deixei de ir a Sony Music para trabalhar de casa, pensando em uma maior produtividade e além de me focar exclusivamente no desenvolvimento do website da gravadora.

Pensei em algumas coisas, pra falar a verdade pensei em várias coisas… Qual o tipo de layout iria desenvolver, qual paleta de cores usaria, qual facilidade o site daria ao seu usuário, quais as seções trabalharíamos, dentre muitos pensamentos um deles me me tocou profundamente, A importância que o site teria não somente para a companhia e muito menos para os artistas, mais para seus usuários, para um nicho carente de iniciativas que promova o mercado.

Uma frase que o Mauricio disse em uma das reuniões que tivemos com o Digital me deixou pensativo. Ele disse “O Povo Evangélico espera que algo novo aconteça”  o que temos visto ao longo de todo esse tempo é que somos sempre colocado de lado, somos 30% da população brasileira, um mercado gigantesco mais sempre somos colocado em lugares pequenos”, ex. se na novela existir um crente, pode ter certeza esse crente é o mais mizerável ou o mais chato, se entramos em um taxi,  escutamos os piores tipo de músicas, mais se pedirmos para colocar uma música evangélica, logo percebemos as caras feias ao nosso redor, nos principais eventos culturais nunca somos lembrados, vide “Virada Cultural”, para se conseguir patrocínio para um determinado projeto é quase impossível, mais se o evento é secular patrocínio é o que não falta.

Pensando sobre isso, vejo que a responsabilidade que temos é muito maior do que pensamos. Não quero que o website seja simplesmente um meio de divulgarmos os lançamentos, ou venda de algum produto, mais tenho como prioridade fazer o meu melhor, pois chegou a hora que precisamos dar o nosso melhor para que essa imagem de “coitadinho”, “pequenininho”, “tadinho” suma de vez.

Nossas escolhas podem influenciar sim, uma geração!

Por isso é extremamente importante nos dedicarmos em tudo que venhamos a fazer, seja na escolha da paleta de cores para um determinado projeto ou na escolha do seu repertório ou até mesmo na profissão na qual iremos trabalhar por toda a nossa vida.

A história é escrita a cada instante. E cada decisão tomada, cada ação pode levar para a glória ou o fracasso.

Temos vários post no Observatório Cristão que fala sobre esses assuntos, vários toques importantes desde a escolha do repertório à como deve-se proceder com mídia social e também a importância do cliente, todos os temas foi pensado, elaborado com o maior carinho, pensando em uma mudança de posicionamento do mercado, falamos aqui o que vivemos, pois o fato de trabalhar com música favorece na hora de escrever, na hora de criar.

Vladymi Lacerda, webdesigner, trabalhando 18h por dia, para influenciar minha geração.

O supreendente burburinho diante da capa do cd “Ainda não é o último”, álbum de Resgate que inaugura o projeto gospel da Sony Music, oferece rara oportunidade para comentar sobre aspectos pouco conhecidos do trabalho de criação.

Como assumi a responsabilidade de publicar no site da banda detalhes relativos ao processo que originou o material gráfico, não será neste texto que trataremos de explicações para a escolha da imagem, a escolha do modelo do carro, ou sobre o porquê das fotos terem sido feitas num café. (Sim, posso adiantar que tudo isso tem uma motivação própria, e que nada foi feito por acaso neste trabalho.)

Em texto assinado por Jeffrey Zaslow, a edição de hoje do The Wall Street Journal analisa o que o autor chamou de “A Era da Humilhação”: o tempo em que vivemos, quando qualquer um pode sacar um celular e com ele arrasar pra sempre a imagem de um artista, bastando pra isso um ângulo desfavorável, uma barriga indecente, ou uma performance abaixo da crítica.

Num dos trechos, o jornalista cita o caso de Whitney Houston — voz singular que, depois de invadir corações e mentes durante os anos 80, desapareceu da mídia, tendo ressurgido recentemente com novo álbum depois de ver seu nome envolvido em histórias escandalosas.

Houston tenta um retorno glorioso, buscando um lugar de honra pra quem um dia, pela extensão do seu sucesso, foi comparada a ninguém menos do que Michael Jackson.

Se em estúdio o talento da artista permanece intacto, como comprova o último lançamento pela Sony/BMG, ao menos num dos shows da turnê “Nothing But Love” ela teve problemas, praticamente perdendo a voz diante da platéia em Londres.

Embora isso já tenha ocorrido com nomes consagrados, como Maria Callas e Elvis Presley, foi a captura do momento em vídeo que detonou a onda de comentários maliciosos envolvendo o nome da cantora.

Ninguém esquece: final da Copa do Mundo, de 2002, depois da derrota na Copa anterior, todo o país torcia por mais um título. Fim de jogo: liderado pelo capitão Cafu, um time experiente derrota a poderosa Alemanha e leva mais uma Copa.

É a glória: como capitão do time vencedor, Cafu se prepara para o apogeu de sua carreira.

É a hora de escrever para sempre o seu nome na galeria dos grandes heróis esportivos de todos os tempos.

Naquele momento, 1,1 bilhões de expectadores estavam de olho nele, observando cada gesto do grande campeão.

Intimamente, muitos se perguntavam: “o que ele fará?”

Criará algo emblemático como fez Bellini ao inventar o gesto de erguer a taça em 58?
Será um retrato da elegância como foi Carlos Alberto, na épica conquista do Tri em 70?
Ou preferirá repetir a garra de Dunga, no tetra de 1994?

Agora eu quero falar com você artista gospel, líder de banda, cantor ou cantora.

Quero falar com você que já escolheu o repertório com todo o cuidado, que já tem um produtor à altura das suas pretensões, e que já dedicou tempo e dinheiro ao seu projeto de se lançar — ou de se manter ativo — num mercado cada vez mais competitivo.

Se é verdade que um cd mal gravado, mal mixado, e com músicas ruins comprometerá seriamente o seu sonho de fazer carreira como cantor ou cantora, também pode-se dizer sem nenhuma dúvida que, sem um trabalho gráfico à altura, você vai continuar sendo o talento que ninguém sabe, que ninguém viu e, pior, pelo qual ninguém irá pagar.

Não adianta nada gravar em Abbey Road, em 180 canais, bebendo Água Bling (US$40,00 a garrafa de 750ml) e ao som de uma orquestra de Stradivarius: se você quer que alguém leve o seu cd pra casa, você vai ter que passar no teste da prateleira.

Pra quem acompanha a carreira da Banda Resgate já podemos adiantar que, palavras do próprio Bispo Zé Bruno, este é o melhor trabalho ao longo de toda a carreira do quinteto. O CD “Ainda não é o último” está previsto para ser lançado na segunda quinzena do mês de maio e será masterizado no Sterling Sound em Nova Iorque, mesmo estúdio onde grandes nomes do mundo artístico finalizam seus projetos. Para conhecer a potência deste estúdio, vale a pena dar uma espiada em www.sterlingsound.com.

Com cliques de Décio Figueiredo, o projeto gráfico foi desenvolvido pelo designer Carlos André Gomes da equipe gospel da Sony Music. O projeto teve tratamento de super campanha, incluindo ‘defesa de idéias’ num belo composite que serviu como excelente briefing para que o fotógrafo produzisse as fotos.