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O grupo de louvor Renascer  Praise acaba de assinar contrato com a Sony Music. A celebração do acordo aconteceu na Rede Gospel de Televisão na tarde desta quinta-feira (11/3), durante o programa Renascem em Revista.

Apresentado pelo Apóstolo Estevam Hernandes, o programa serviu de palco para a assinatura do contrato entre a Sony Music, representada pelo diretor executivo do selo gospel, Maurício Soares e a líder do Renascer Praise, Bispa Sonia Hernandes. Com isso, um dos momentos mais importantes na história do grupo pode ser acompanhado pelos expectadores e pelos admiradores do grupo.

Para Maurício Soares, que comanda a área gospel da Sony no Brasil, a entrada do Renascer Praise aconteceu após pesquisas e análises relativas ao trabalho realizado pelo grupo. “É um projeto criterioso, no qual em todas as pesquisas realizadas por nós apareciam o Renascer Praise com bastante frequência”, explicou.

Em sua fala a Bispa Sonia disse estar feliz com a parceria e que esse momento é um reconhecimento do trabalho que o Renascer Praise realiza ao longo de todos esses anos. “Essa parceria vem com selo de aprovação e reconhecimento, inclusive pelo mercado secular, daquilo que significa nosso trabalho dentro da música. Vejo esse momento como o resultado de uma grande entrega feita por todos aqueles que se dedicam e que entregam ao Senhor o seu melhor”, destacou a líder do grupo.

De acordo com o Apóstolo Estevam Hernandes, a composição com a Sony significa um crescimento e uma estrutura grandiosa para que a música gospel possa ser melhor difundida, além de um ganho para o mercado e para o Corpo de Cristo. “Eu acho que é um divisor de águas, porque todos nós sabemos o que a Sony representa como empresa em todos os setores e especialmente na música, onde figura como a maior empresa do mundo. Essa parceria agrega efetivamente muita qualidade e muitas possibilidades de divulgação e distribuição do produto. Eu creio que ela nos coloca em um patamar pelo qual sempre lutamos”.

A parceria entre o Renascer Praise e a Sony já irá aparecer no próximo trabalho, que será gravado ao vivo no feriado de Tiradentes (21/4), em São Paulo.  Segundo Maurício Soares, além da mídia CD o produto também será distribuído em bluray, tecnologia criada e dominada pela Sony.

Pra Adriana Bernardo

Comunicação Renascer

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RIO – Parece até um anúncio de televisão: o adiantamento para o artista, 258 mil euros; o orçamento da gravação, 169 mil euros; a realização de três videoclipes, 140 mil euros; a verba de apoio para a turnê, 92 mil euros; a verba para começar a divulgação, 118 mil euros. Esses são os dados divulgados pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI), em Londres, esta semana. Segundo a organização, lançar um novo rosto constelação de estrelas da música custa em média 777 mil euros e que a internet não basta para tornar alguém conhecido. Em 2009, segundo as gravadoras, foram investidos 3,69 bilhões (30% do que arrecadaram) nos 4 mil artistas que compõem seus catálogos.

A pesquisa revelou que a internet não basta para tornar um artista conhecido. O que você acha?

Se o artista já é uma estrela consolidada, cada lançamento, segundo o IFPI, ronda os 3 ou 4 milhões de euros. Essas informações são parte de um estudo intitulado “Investindo em música”, com o qual a indústria quer enfatizar que a internet não é a solução para os problemas e que “segue apostando forte no desenvolvimento de novas ofertas musicais” apesar da queda de vendas. O estudo aponta que o setor renova 25% do seu catálogo anualmente, o que implica em milhares de contratações a cada 12 meses.

” Não existe um autêntico exemplo de alguém que tenha feito sucesso apenas recorrendo à internet

“Não existe um autêntico exemplo de alguém que tenha feito sucesso apenas recorrendo à internet”, declarou, numa conferência de imprensa, John Kennedy, presidente da IFPI. Para Kennedy, inclusive artistas que começaram a decolar graças à rede (como Arctic Monkeys ou Lilly Allen) acabaram associando-se a grandes gravadoras.

Fontes do IFPI disseram ao jornal “El País” que trata-se da primeira vez que realizam este estudo, por isso, não há dados anteriores para comparação. Foram contabilizados dados de alguns países em capítulos determinadas. Na França, por exemplo, o investimento em marketing de artistas caiu de 15% em 2006 para 12% em 2009. O responsável pela queda, segundo o IFPI, é “a troca ilegal de arquivos e outras formas de pirataria”. Na escala global, a proporção total do investimento em marketing é de 16%. “Outras indústrias, como a farmacêutica ou a de computadores, não alcança esse número”, disseram as fontes.

O relatório oferece exemplos de “achados” como a cantora Amy Winehouse, artista que vendeu mais de 10 milhões de exemplares do álbum “Black to black”. Seu “descobridor”, Nick Gatfield, ex- Dexy’s Midnight Runners, a indicou para o selo Island. “A internet não é uma ferramenta prática para descobrir artistas ao acaso mas, no caso de Amy, ficamos sabendo dos boatos e comentários que corriam sobre ela na rede”, declarou Gatfield, em nota


No dia 05 de novembro a Academia do Grammy Latino irá divulgar os grandes vencedores nas mais diversas categorias em grande festa no Mandalay Center em Las Vegas.

Diversos artistas da MPB concorrem nas categorias específicas de música em Língua Portuguesa e especialmente os artistas cristãos concorrem na categoria de Música Cristã em Língua Portuguesa.

Na verdade, para os artistas brasileiros o prêmio funciona muito mais como uma oportunidade de conhecer o mercado latino e suas peculiaridades, pois efetivamente o Brasil é tratado de forma bastante específica por ser o único país da América Latina a falar o idioma de Camões.

Nos últimos anos a gravadora Som Livre, vinculada à Rede Globo, lançou alguns projetos de coletâneas de artistas gospel no mercado popular. Aparentemente estas iniciativas deram resultado e na sequência a gravadora investiu numa parceria com a gravadora AB Records que detinha grande acervo da cantora Aline Barros.

Agora a Som Livre vem com mais 3 projetos especiais para intensificar o trabalho da gravadora junto ao mercado cristão. Recentemente a gravadora assumiu grande parte do catálogo do Ministério Diante do Trono e já lançou o CD e DVD gravados em Belo Horizonte. Já que o DT disponibilizou seu catálogo, a Som Livre aproveitou para lançar uma coletânea com músicas do próprio DT interpretadas pelo cantor André Valadão. Por fim, a gravadora carioca também lançou o novo CD inédito do cantor Irmão Lázaro, que foi um dos fenômenos de vendas recentes do mercado gospel.

Uma boa notícia para os consumidores de CDs e DVDs: o preço desses produtos deve cair. A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (4) uma proposta de Emenda à Constituição (PEC) que isenta de impostos gravações de obras de artistas brasileiros.

O deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), autor da PEC, afirmou que sem esses tributos os produtos podem ficar 25% mais baratos. Desse modo, um CD que custa R$ 30 poderá sair por até R$ 22,50.

Segundo Arolde de Oliveira, que é deputado federal e fundador do Grupo Mk de Comunicação, se a medida for aprovada pode reaquecer o mercado fonográfico. “Dá margem para a indústria nacional entrar na formalidade”, afirma Oliveira que participou ontem dos debates em Brasília juntamente com os artistas Gian e Giovani, Eduardo Araújo, Ivo Meirelles (presidente da Mangueira), Jorge Vercillo e Cristina Mel. Além deles, apoiam o projeto Zezé Di Camargo & Luciano,Roberto Carlos, Sandra de Sá, Fagner, Leoni, Frejat e Francis Hime, e gravadoras como Som Livre, Sony Music, EMI Music, Warner Music e Universal Music, além da Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD) e a Associação Brasileira de Musica Independente (ABMI).

De acordo com ABPD, houve um prejuízo no mercado fonográfico de mais de 70% nos últimos dez anos por causa da pirataria. Com isso, o faturamento anual despencou de R$ 1,377 bilhão, em 1997, para R$ 359,9 milhões em 2008. As unidades vendidas entre 2007 e 2008 ficaram praticamente iguais em 31,3 milhões de CDs e DVDs.“Se a emenda for aprovada continuaremos crescendo, uma média de 15% e devemos conseguir recuperar 30% de mercado”, aposta Leonardo Ganem, presidente da Som Livre. Para Fernando Stein, diretor de relações institucionais do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a medida é bem-vinda, pois toda a cadeia produtiva será beneficiada. Segundo Stein, no preço dos CDs, 37% são impostos e contribuições e nos DVDs, 44%. Incidem sobre eles tributos federais como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e as contribuições PIS/Cofins; o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é estadual, e o Imposto sobre Serviços (ISS), cobrado pelos municípios. Por outro lado, a medida esbarra num problema, já que não tem prazo para entrar em vigor. Isso porque o texto agora vai ao plenário da Câmara e depois ao Senado, onde precisa ser aprovado por dois terços dos parlamentares.

Fonte: Gospel+