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Na tarde desta terça-feira (30) a gravadora Sony Music anunciou sua terceira contratação para o cast gospel, a consagrada dupla Rayssa & Ravel.

Na sede da gravadora no Rio de Janeiro, a assinatura de contrato contou com as participações de Sergio Bittencourt, vice-presidente A&R da Sony Music, Mauricio Soares, diretor executivo do projeto gospel, Drª Cláudia Boechat do departamento jurídico e os produtores musicais Zé Henrique e Marcelo Farias.

“Estamos muito felizes com esta oportunidade que Deus está nos concedendo de trabalhar numa empresa como a Sony Music. Cremos que nosso ministério será ainda muito mais divulgado no Brasil e com o apoio da gravadora iremos ampliar o alcance de nossas músicas”, adiantou Rayssa.

“Já nos próximos dias, a dupla voltará à gravadora para apresentar as canções que irão fazer parte do repertório do CD de estréia na Sony Music. A estimativa é que o CD seja lançado na Expo Cristã no mês de setembro deste ano. “Como queremos lançar logo este trabalho, vamos finalizar o repertório nas próximas semanas e imediatamente iniciar a produção”, confirmou Ravel.

E ele ainda faz questão de frisar que no novo CD o estilo sertanejo pentecostal estará presente com toda força no repertório. “Estamos voltando às nossas raízes e neste CD teremos músicas no mais autêntico estilo pentecostal com muita influência da música sertaneja que é o nosso verdadeiro estilo. Em 2010 vamos investir na divulgação deste trabalho pela Sony e no ano que vem vamos gravar o nosso primeiro em grande estilo. Vai ser bom demais!”, complementa o cantor.

Fonte:
Elisandra Amâncio
Assessoria de Imprensa Sony Music

A Associação Brasileira de Produtores de Discos, ABPD, divulgou nesta semana os números oficiais relativos ao faturamento de 2009, que apresentou uma melhora geral, ainda que tímida, em relação ao ano anterior. No entanto, os números que mais chamaram a atenção foram os relativos ao mercado de venda de músicas digitais, que cresceu 159,4%, faturando cerca de R$ 41,7 milhões. Deste toral, 58,7% ou R$ 21,121 milhões foram de receitas advindas da internet e 41,3% de vendas de músicas via telefonia móvel com R$ 17,657 milhões.

Pela primeira vez em quatro anos, desde que a ABPD anuncia os números do mercado digital, os percentuais das vendas da internet superam os das feitas através da telefonia móvel. Este resultado é um indício claro da mudança de hábito de consumo apontando para a compra legal de música através de sites legalizados.

No mundo, o segmento de música digital apontou crescimento de 12% em 2009 e movimentou cerca de US$ 4,2 bilhões de acordo com o Digital Music Report, informativo divulgado em janeiro pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI).

O mercado digital gerou no mundo em 2009, receitas que representam 27% do total de vendas de músicas gravadas. Já no Brasil a participação do mercado digital no total das receitas passou de 8% para 12% em 2008 e em 2009 manteve-se em igual patamar.

O crescimento das vendas de música digital por sites legalizados aumentou sensivelmente no Brasil, em detrimento aos downloads ilegais e à pirataria física de CDs.

Em 2006, dos R$ 8,5 milhões arrecadados nas vendas da área digital, apenas 4% eram relativos à internet – cerca de R$ 300 mil – contra 96% da telefonia móvel ou R$ 8,2 milhões. Já no ano seguinte o percentual da internet havia aumentado para 24% dos R$ 24,2 milhões arrecadados.

Em 2008 esse percen tual caiu em 2%, arrecadando R$ 9,863 milhões do montante de R$ 43,503 milhões. No ano passado, ele teve variação positiva com assombrosos 159,4%, ou seja, mais do que o dobro do que havia conquistado em 2008 e assumindo assim a hegemonia do setor, desde o início dominado pelas vendas via telefonia móvel, que tiveram variação negativa de 47,8%.

Todos estes números apontam para um maior amadurecimento do consumidor na relação com a música digital na web. Especificamente no mercado de música gospel, ainda vivemos a situação do início do mercado digital onde os sites ilegais (sim! o mercado gospel tem sites ilegais, triste não?) imperam no comércio de música. As gravadoras sequer entraram com firmeza no segmento de telefonia móvel e vêem este mercado declinar em detrimento ao mercado legal de comercialização.

As inúmeras possibilidades do mercado digital surgem e se ampliam a cada dia e é saudável que o mercado gospel acompa nhe, ou melhor, recupere o tempo perdido e se adeque urgentemente, pois é uma questão de sobrevivência, de longevidade na nova realidade do mercado fonográfico. O mercado digital não é mais futuro, mas um presente bem consolidado.

Fonte Jornal O Globo, adaptado por Mauricio Soares, Blog Observatório Cristão

A primeira contratação da Sony Music para o projeto de música gospel no Brasil, a Banda Resgate, encontra-se nestes dias preparando o CD de estréia na gravadora. O CD que conta com o sugestivo nome de “Ainda não é o último” tem previsão de lançamento para a segunda quinzena de maio.

De acordo com o Bispo Zé Bruno, o projeto contará com 12 canções inéditas e produção musical de Dudu Borges. “Estamos em pleno processo de gravação, “internados” no estúdio em São Paulo nestes dias. Tem sido um momento muito legal para a Banda, afinal já estamos sem ter este tipo de experiência de gravação há mais de 2 anos. Nesta semana estamos colocando voz nas canções e o Bispo Hamilton veio de Recife para gravar suas participações. Creio que em mais 2 semanas tenhamos grande parte do processo do CD resolvido e na sequência iremos lançar o primeiro single que seguirá para as rádios de todo o país.”

O vocalista da Banda ainda adianta que o estilo musical no novo trabalho seguirá os CDs anteriores, ou seja, com muito rock, guitarras, letras diferenciadas e uma leve pitada de humor. “Como estamos há muito tempo sem lançar um trabalho inédito, nosso estoque de canções estava bem recheado! Então não tivemos nem tanta dificuldade em definir o repertório, mas sempre fica de fora uma ou outra música de qualidade. Acho que nosso próximo trabalho irá representar um momento todo especial em nossas vidas, pois hoje estamos bem mais amadurecidos e conscientes de que a partir de agora a dedicação à Banda será integral. Queremos nos dedicar à música como jamais pudemos nestes tantos anos de estrada. Com isso nossa agenda será bem mais intensa e já estamos nos programando para uma extensa turnê pelas principais capitais do Brasil.”

Além da novidade do primeiro trabalho pela Sony Music, a Banda Resgate nos próximos estreará uma nova página oficial na web. O departamento de marketing da gravadora está preparando uma intensa campanha de divulgação para o lançamento deste trabalho que contará com intensa execução do single nas rádios, entrevistas e promoções junto ao público e lojistas. Nos próximos dias será divulgada a capa do CD que contará com a criação do designer de Carlos André Gomes e fotos de Décio Figueiredo.
Agora, se você quer acompanhar as informações deste novo trabalho tem a opção de entrar no twitter do Bispo Hamilton –http://twitter.com/bispohamilton – e assistir aos vídeos do estúdio e outras novidades deste novo CD.

Fonte:
Assessoria de Imprensa

Sony Music

O grupo de louvor Renascer  Praise acaba de assinar contrato com a Sony Music. A celebração do acordo aconteceu na Rede Gospel de Televisão na tarde desta quinta-feira (11/3), durante o programa Renascem em Revista.

Apresentado pelo Apóstolo Estevam Hernandes, o programa serviu de palco para a assinatura do contrato entre a Sony Music, representada pelo diretor executivo do selo gospel, Maurício Soares e a líder do Renascer Praise, Bispa Sonia Hernandes. Com isso, um dos momentos mais importantes na história do grupo pode ser acompanhado pelos expectadores e pelos admiradores do grupo.

Para Maurício Soares, que comanda a área gospel da Sony no Brasil, a entrada do Renascer Praise aconteceu após pesquisas e análises relativas ao trabalho realizado pelo grupo. “É um projeto criterioso, no qual em todas as pesquisas realizadas por nós apareciam o Renascer Praise com bastante frequência”, explicou.

Em sua fala a Bispa Sonia disse estar feliz com a parceria e que esse momento é um reconhecimento do trabalho que o Renascer Praise realiza ao longo de todos esses anos. “Essa parceria vem com selo de aprovação e reconhecimento, inclusive pelo mercado secular, daquilo que significa nosso trabalho dentro da música. Vejo esse momento como o resultado de uma grande entrega feita por todos aqueles que se dedicam e que entregam ao Senhor o seu melhor”, destacou a líder do grupo.

De acordo com o Apóstolo Estevam Hernandes, a composição com a Sony significa um crescimento e uma estrutura grandiosa para que a música gospel possa ser melhor difundida, além de um ganho para o mercado e para o Corpo de Cristo. “Eu acho que é um divisor de águas, porque todos nós sabemos o que a Sony representa como empresa em todos os setores e especialmente na música, onde figura como a maior empresa do mundo. Essa parceria agrega efetivamente muita qualidade e muitas possibilidades de divulgação e distribuição do produto. Eu creio que ela nos coloca em um patamar pelo qual sempre lutamos”.

A parceria entre o Renascer Praise e a Sony já irá aparecer no próximo trabalho, que será gravado ao vivo no feriado de Tiradentes (21/4), em São Paulo.  Segundo Maurício Soares, além da mídia CD o produto também será distribuído em bluray, tecnologia criada e dominada pela Sony.

Pra Adriana Bernardo

Comunicação Renascer

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RIO – Parece até um anúncio de televisão: o adiantamento para o artista, 258 mil euros; o orçamento da gravação, 169 mil euros; a realização de três videoclipes, 140 mil euros; a verba de apoio para a turnê, 92 mil euros; a verba para começar a divulgação, 118 mil euros. Esses são os dados divulgados pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI), em Londres, esta semana. Segundo a organização, lançar um novo rosto constelação de estrelas da música custa em média 777 mil euros e que a internet não basta para tornar alguém conhecido. Em 2009, segundo as gravadoras, foram investidos 3,69 bilhões (30% do que arrecadaram) nos 4 mil artistas que compõem seus catálogos.

A pesquisa revelou que a internet não basta para tornar um artista conhecido. O que você acha?

Se o artista já é uma estrela consolidada, cada lançamento, segundo o IFPI, ronda os 3 ou 4 milhões de euros. Essas informações são parte de um estudo intitulado “Investindo em música”, com o qual a indústria quer enfatizar que a internet não é a solução para os problemas e que “segue apostando forte no desenvolvimento de novas ofertas musicais” apesar da queda de vendas. O estudo aponta que o setor renova 25% do seu catálogo anualmente, o que implica em milhares de contratações a cada 12 meses.

” Não existe um autêntico exemplo de alguém que tenha feito sucesso apenas recorrendo à internet

“Não existe um autêntico exemplo de alguém que tenha feito sucesso apenas recorrendo à internet”, declarou, numa conferência de imprensa, John Kennedy, presidente da IFPI. Para Kennedy, inclusive artistas que começaram a decolar graças à rede (como Arctic Monkeys ou Lilly Allen) acabaram associando-se a grandes gravadoras.

Fontes do IFPI disseram ao jornal “El País” que trata-se da primeira vez que realizam este estudo, por isso, não há dados anteriores para comparação. Foram contabilizados dados de alguns países em capítulos determinadas. Na França, por exemplo, o investimento em marketing de artistas caiu de 15% em 2006 para 12% em 2009. O responsável pela queda, segundo o IFPI, é “a troca ilegal de arquivos e outras formas de pirataria”. Na escala global, a proporção total do investimento em marketing é de 16%. “Outras indústrias, como a farmacêutica ou a de computadores, não alcança esse número”, disseram as fontes.

O relatório oferece exemplos de “achados” como a cantora Amy Winehouse, artista que vendeu mais de 10 milhões de exemplares do álbum “Black to black”. Seu “descobridor”, Nick Gatfield, ex- Dexy’s Midnight Runners, a indicou para o selo Island. “A internet não é uma ferramenta prática para descobrir artistas ao acaso mas, no caso de Amy, ficamos sabendo dos boatos e comentários que corriam sobre ela na rede”, declarou Gatfield, em nota


No dia 05 de novembro a Academia do Grammy Latino irá divulgar os grandes vencedores nas mais diversas categorias em grande festa no Mandalay Center em Las Vegas.

Diversos artistas da MPB concorrem nas categorias específicas de música em Língua Portuguesa e especialmente os artistas cristãos concorrem na categoria de Música Cristã em Língua Portuguesa.

Na verdade, para os artistas brasileiros o prêmio funciona muito mais como uma oportunidade de conhecer o mercado latino e suas peculiaridades, pois efetivamente o Brasil é tratado de forma bastante específica por ser o único país da América Latina a falar o idioma de Camões.

Nos últimos anos a gravadora Som Livre, vinculada à Rede Globo, lançou alguns projetos de coletâneas de artistas gospel no mercado popular. Aparentemente estas iniciativas deram resultado e na sequência a gravadora investiu numa parceria com a gravadora AB Records que detinha grande acervo da cantora Aline Barros.

Agora a Som Livre vem com mais 3 projetos especiais para intensificar o trabalho da gravadora junto ao mercado cristão. Recentemente a gravadora assumiu grande parte do catálogo do Ministério Diante do Trono e já lançou o CD e DVD gravados em Belo Horizonte. Já que o DT disponibilizou seu catálogo, a Som Livre aproveitou para lançar uma coletânea com músicas do próprio DT interpretadas pelo cantor André Valadão. Por fim, a gravadora carioca também lançou o novo CD inédito do cantor Irmão Lázaro, que foi um dos fenômenos de vendas recentes do mercado gospel.

Uma boa notícia para os consumidores de CDs e DVDs: o preço desses produtos deve cair. A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (4) uma proposta de Emenda à Constituição (PEC) que isenta de impostos gravações de obras de artistas brasileiros.

O deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), autor da PEC, afirmou que sem esses tributos os produtos podem ficar 25% mais baratos. Desse modo, um CD que custa R$ 30 poderá sair por até R$ 22,50.

Segundo Arolde de Oliveira, que é deputado federal e fundador do Grupo Mk de Comunicação, se a medida for aprovada pode reaquecer o mercado fonográfico. “Dá margem para a indústria nacional entrar na formalidade”, afirma Oliveira que participou ontem dos debates em Brasília juntamente com os artistas Gian e Giovani, Eduardo Araújo, Ivo Meirelles (presidente da Mangueira), Jorge Vercillo e Cristina Mel. Além deles, apoiam o projeto Zezé Di Camargo & Luciano,Roberto Carlos, Sandra de Sá, Fagner, Leoni, Frejat e Francis Hime, e gravadoras como Som Livre, Sony Music, EMI Music, Warner Music e Universal Music, além da Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD) e a Associação Brasileira de Musica Independente (ABMI).

De acordo com ABPD, houve um prejuízo no mercado fonográfico de mais de 70% nos últimos dez anos por causa da pirataria. Com isso, o faturamento anual despencou de R$ 1,377 bilhão, em 1997, para R$ 359,9 milhões em 2008. As unidades vendidas entre 2007 e 2008 ficaram praticamente iguais em 31,3 milhões de CDs e DVDs.“Se a emenda for aprovada continuaremos crescendo, uma média de 15% e devemos conseguir recuperar 30% de mercado”, aposta Leonardo Ganem, presidente da Som Livre. Para Fernando Stein, diretor de relações institucionais do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a medida é bem-vinda, pois toda a cadeia produtiva será beneficiada. Segundo Stein, no preço dos CDs, 37% são impostos e contribuições e nos DVDs, 44%. Incidem sobre eles tributos federais como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e as contribuições PIS/Cofins; o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é estadual, e o Imposto sobre Serviços (ISS), cobrado pelos municípios. Por outro lado, a medida esbarra num problema, já que não tem prazo para entrar em vigor. Isso porque o texto agora vai ao plenário da Câmara e depois ao Senado, onde precisa ser aprovado por dois terços dos parlamentares.

Fonte: Gospel+