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Lady Gaga, a cantora americana que se notabilizou por aparecer com roupas extravagantes e penteados esquisitos, coleciona triunfos na internet: em 2009, ela vendeu 9,8 milhões de downloads legais da música “Poker Face” e, no fim do mês passado, foi a primeira artista a superar a marca de 1 bilhão de acessos em vídeos na web, segundo a consultoria Visible Measures. O lançamento da música “Telephone”, em parceria com YouTube, iTunes, Twitter e Facebook, foi outro estouro: obteve 500 mil acessos nas primeiras 12 horas.
O sucesso da artista mostra os desafios que as gravadoras estão tendo de superar para manter-se lucrativas depois de a internet mudar radicalmente a face do negócio. O impacto das novas tecnologias – e, em particular, da pirataria on-line – devastou o setor, mas, agora, as companhias avançam na estratégia de redesenhar sua atuação. Em vez de vender CDs, as gravadoras passaram a negociarseu acervo com operadoras de celular, sites de download pago e rádios on-line, além de se lançar à produção de shows e eventos.
A Sony Music resolveu se posicionar como uma empresa de entretenimento, que pode oferecer ao artista não só a tradicional gravação e distribuição de discos, mas também a realização de shows, eventos e ações capazes de integrar os mundos real e virtual. “O departamento de marketing está o tempo todo criando projetos que unem várias coisas”, diz Alexandre Schiavo, presidente da empresa.
Um exemplo é a promoção Palpita Brasil, feita em parceria com o canal de esportes ESPN e o Google para a Copa do Mundo. Os internautas poderão enviar vídeos com seus comentários sobre o torneio ao YouTube, além de ajudar a escrever a letra da música da cantora Cláudia Leitte – recém-contratada da Sony Music – que será o hino do site no campeonato mundial.
Para Schiavo, foram-se os tempos em que uma gravadora podia ficar parada, à espera de um artista que vendesse bem. “É preciso buscar negócios em todas as áreas”, diz o executivo. No exterior, a companhia lançou o álbum “I Am… Sasha Fierce”, da cantora Beyoncé, por meio de 260 produtos como vídeos, toques para celular e faixas de música.
No Brasil, a receita da Sony em 2009 subiu 16,5%. A venda de música em formato digital foi o segmento com expansão mais acelerada: 39%. O digital representa 12% do faturamento da gravadora, mesma média do mercado brasileiro. A venda de DVDs teve um desempenho próximo, com crescimento de 37%. Para Schiavo, a venda de shows em vídeo continuará forte por algum tempo por conta dos lançamento em Blu-ray, a tecnologia que está substituindo o DVD. “O consumidor brasileiro é muito ligado à questão visual”, diz.
Nas próximas semanas, a Sony planeja colocar no mercado discos em alta definição com shows de Roberto Carlos e da dupla Bruno & Marrone. O bom resultado da gravadora vem, em grande parte, do sucesso do gênero sertanejo, que ganhou força com artistas como Victor & Léo. “O sertanejo é a música de maior público no Brasil. É uma música alegre, e é isso que o mercado quer agora”, diz Schiavo. Em outra frente, a gravadora lançou no começo do ano um selo voltado à música gospel, o segundo gênero mais vendido no país. A equipe conta cinco profissionais e uma banda assinada.
A segmentação por público tem ajudado a sustentar companhias especializadas, como a MK Music, voltada à música gospel. O segmento permaneceu estável em 2009, segundo o diretor comercial da MK Music, Carlos Knust. A gravadora tem entre seus contratados a cantora Aline Barros, que já vendeu mais de 2,5 milhões de cópias. Para este ano, a empresa prevê crescimento de 5% a 6%. Segundo Knust, a venda de CDs e DVDs ainda representa 97% da receita. O segmento é um dos poucos a resistir à pressão do modelo on-line. Enquanto a maioria das lojas tradicionais de CDs fechou, no mercado gospel há cerca de 3 mil pontos de venda no país. “A venda em sites gira em torno de 3%”, diz o executivo.
A música digital, que já foi vista como uma adversária pela indústria fonográfica, está se tornando uma forte aliada. Um relatório da International Federation of Phonographic Industry (IFPI) revela que, no ano passado, 27% do faturamento da indústria global da música veio de canais digitais, com vendas de US$ 4,2 bilhões, 12% a mais que em 2008. Já o mercado físico (CDs, DVDs e Blu-ray) teve queda de 16%.
As gravadoras já licenciaram 11 milhões de faixas para 400 serviços de download em todo o mundo. Em 2003, o número de serviços legais não chegava a 50, o catálogo disponível era dez vezes menor e a receita não passava de US$ 20 milhões.
No Brasil, existem atualmente quase 30 serviços de venda de música digital e a expectativa é de que o número cresça ainda mais. “É um mercado muito dinâmico. Muita coisa está acontecendo”, diz Schiavo, da Sony Music.
O mercado de música no país ficou estável em 2009. Pelo segundo ano consecutivo, as vendas físicas tiveram crescimento, de 1,08%. As vendas digitais, surpreendentemente, recuaram 1,7%, segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD). O efeito negativo no segmento veio das operadoras de celular, que reduziram a oferta de aparelhos com música embarcada.
À semelhança do que faz nos Estados Unidos e em países da Europa, a Universal Music vai criar no Brasil a área de desenvolvimento de novos negócios. A companhia vê com prudência a organização de shows, em função dos altos custos desse tipo de atividade. Em vez disso, prefere apostar no licenciamento de conteúdo para outras companhias. O presidente da Universal Music no Brasil, José Eboli, conta que está negociando com bancos, montadoras e outras empresas a oferta de pacotes de música em seus sites, que seriam oferecidos gratuitamente ao internauta. “No exterior, esse tipo de parceria é comum e contribui bastante para a melhora dos resultados financeiros”, afirma Eboli.
Nos EUA, a gravadora participa, com a Sony e a EMI, do serviço Vevo, de acesso gratuito a videoclipes. A publicidade captada no site é compartilhada entre o próprio Vevo, as gravadoras e os artistas. O vídeo on-line, mesmo quando não é cobrado, tem um efeito positivo no mercado, diz Eboli. Ele cita como um dos fenômenos no Brasil o lançamento, no Carnaval, do clipe da música Rebolation, do grupo Parangolé. Os acessos no YouTube chegaram a quase 3 milhões e os downloads para celulares superaram a marca de 75 mil.
No ano passado, a Universal Music elevou as vendas em 1% no Brasil. Cerca de 60% do resultado veio das vendas físicas. Os negócios digitais e os shows responderam pelos demais 40%. Para este ano, a previsão da empresa é de crescer acima de 6% no país. Eboli não arrisca prever qual será a participação das vendas digitais, mas diz acreditar que a expansão será superior à das físicas. “O segmento de DVDs e Blu-ray também deve ter impulso com a gravação da Ivete Sangalo no Madison Square Garden, entre outros lançamentos.”

Lady Gaga, a cantora americana que se notabilizou por aparecer com roupas extravagantes e penteados esquisitos, coleciona triunfos na internet: em 2009, ela vendeu 9,8 milhões de downloads legais da música “Poker Face” e, no fim do mês passado, foi a primeira artista a superar a marca de 1 bilhão de acessos em vídeos na web, segundo a consultoria Visible Measures. O lançamento da música “Telephone”, em parceria com YouTube, iTunes, Twitter e Facebook, foi outro estouro: obteve 500 mil acessos nas primeiras 12 horas.

O sucesso da artista mostra os desafios que as gravadoras estão tendo de superar para manter-se lucrativas depois de a internet mudar radicalmente a face do negócio. O impacto das novas tecnologias – e, em particular, da pirataria on-line – devastou o setor, mas, agora, as companhias avançam na estratégia de redesenhar sua atuação. Em vez de vender CDs, as gravadoras passaram a negociarseu acervo com operadoras de celular, sites de download pago e rádios on-line, além de se lançar à produção de shows e eventos.

A Sony Music resolveu se posicionar como uma empresa de entretenimento, que pode oferecer ao artista não só a tradicional gravação e distribuição de discos, mas também a realização de shows, eventos e ações capazes de integrar os mundos real e virtual. “O departamento de marketing está o tempo todo criando projetos que unem várias coisas”, diz Alexandre Schiavo, presidente da empresa.

Nesta semana serão definidas as últimas canções que irão fazer parte do repertório do Renascer 16. De acordo com Esdras Gallo, produtor musical do projeto, a quantidade de boas músicas apresentadas pelos integrantes do ministério de louvor, acabou trazendo dúvidas na seleção final do repertório.
“Sei que é uma boa dúvida a que temos, afinal escolher 12 a 14 canções entre 20 ou mais de muita qualidade é um problema que qualquer produtor gostaria de ter ao definir um repertório, mas estamos analisando com muito cuidado estas músicas porque sabemos da importância deste projeto para o Renascer Praise e também para nossa gravadora Sony Music”, complementou o produtor.
Além da definição do repertório e de ensaios diários, a semana reserva os últimos preparativos para o roteiro final do projeto do DVD que será coordenado pela Balaio Produções, tendo à frente Alex Passos e Markos Costa. “Nossa função é apenas trazer uma linguagem bastante criativa, afinal são 15 anos de sucesso do Renascer Praise e já há toda uma estrutura montada. Vamos buscar criar um roteiro que enfatize a grandiosidade do Renascer Praise no meio da música gospel nacional com cada canção tendo um destaque individual e tudo isso entremeado por ministrações”, adiantou Alex Passos.
A gravação do Renascer Praise 16 acontecerá no dia 21 de abril nos jardins do Museu do Ipiranga em São Paulo, com entrada franca, a partir das 17h. Caravanas do interior do Estado de Saão Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Bahia e Paraná estão sendo confirmadas.

Nesta semana serão definidas as últimas canções que irão fazer parte do repertório do Renascer 16. De acordo com Esdras Gallo, produtor musical do projeto, a quantidade de boas músicas apresentadas pelos integrantes do ministério de louvor, acabou trazendo dúvidas na seleção final do repertório.

“Sei que é uma boa dúvida a que temos, afinal escolher 12 a 14 canções entre 20 ou mais de muita qualidade é um problema que qualquer produtor gostaria de ter ao definir um repertório, mas estamos analisando com muito cuidado estas músicas porque sabemos da importância deste projeto para o Renascer Praise e também para nossa gravadora Sony Music”, complementou o produtor.

Além da definição do repertório e de ensaios diários, a semana reserva os últimos preparativos para o roteiro final do projeto do DVD que será coordenado pela Balaio Produções, tendo à frente Alex Passos e Markos Costa. “Nossa função é apenas trazer uma linguagem bastante criativa, afinal são 15 anos de sucesso do Renascer Praise e já há toda uma estrutura montada. Vamos buscar criar um roteiro que enfatize a grandiosidade do Renascer Praise no meio da música gospel nacional com cada canção tendo um destaque individual e tudo isso entremeado por ministrações”, adiantou Alex Passos.

A gravação do Renascer Praise 16 acontecerá no dia 21 de abril nos jardins do Museu do Ipiranga em São Paulo, com entrada franca, a partir das 17h. Caravanas do interior do Estado de Saão Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Bahia e Paraná estão sendo confirmadas.

Postado por Mauricio Soares

Uma das perguntas que mais respondo nos últimos anos é justamente sobre o que um artista independente deve fazer para convencer uma gravadora de grande porte em investir no seu talento. Esta é uma resposta difícil de ser ouvida pelo interlocutor, mas extremamente simples de ser explicada por quem já está neste meio há tantos anos.

Costumo sempre dizer aos artistas que almejam por maior visibilidade de seus trabalhos que o caminho natural é tornar-se referência, ser reconhecido inicialmente em sua cidade. Depois passar a ser reconhecido na região e, por fim em seu Estado. Este processo de tornar-se conhecido regionalmente pode levar uns 2 a 3 anos como também durar uma década ou mais. O resultado desta estratégia está intimamente ligado à qualidade e talento do artista e também por uma boa dose de investimento pessoal e perseverança.

Levando-se em conta que o talento é indispensável, um passo importante neste processo tem a ver com a rede de relacionamentos. É fundamental que o artista tenha contatos com as lideranças locais, mídias e formadores de opinião. Esta rede de relacionamentos é a mola mestra para uma agenda de eventos aquecida. Artista que não gosta de cantar, não merece o sucesso! Por incrível que pareça, conheço artistas consagrados que fazem um absurdo “corpo mole” para participarem de eventos. Impressionante não?

Costumo brincar que artista independente ou mesmo aquele jovem talento que esteja numa gravadora, todos estes precisam cantar de manhã, tarde, noite, madrugadas! Seja em batismo, casamento, bodas, funeral, não importa a oportunidade, o importante é mostrar seu talento no maior número de oportunidades.

Antes que alguém comece a espiritualizar estas dicas, quero deixar bem claro que estou me dirigindo para pessoas que pensam em seguir uma carreira musical de forma profissional. Certo? Então, seguindo neste ponto, a agenda é primordial que esteja recheada de eventos.

Outro ponto importante é o investimento pessoal. Muitos artistas querem logo ver suas fotos estampadas em outdoors, capas de revistas, posters … mas estes investimentos devem ser colocados em segundo ou terceiro planos. Se você tem alguma verba disponível invista prioritariamente em mídia radiofônica. Se sua música não tocar nas rádios, o seu trabalho de divulgação será absurdamente mais difícil.

Com a expansão da web, outro investimento fundamental é criar uma excelente homepage, além de myspace, twitter e todas as ferramentas tecnológicas. Existem casos clássicos de artistas que foram catapultados ao sucesso através de clipes na internet.

Ainda no campo dos investimentos pessoais, procure assistir ao máximo de vídeos de artistas de sucesso. Esta é uma oportunidade simples e eficiente para aprender com quem faz e se destaca no mercado. Estude, leia, participe de seminários, busque o conhecimento, sempre!

Por semana tenho recebido entre 20 a 50 CDs e DVDs de artistas esperançosos por serem contratados numa grande gravadora. Por mais que me esforce, é impossível ouvir atenta mente a todo este material. Se você me perguntar se nestes anos todos já contratei algum artista através de um destes CDs, serei honesto em dizer que não! É mais ou menos como você com um bilhete único acertar na MegaSena sozinho entre milhões e milhões de apostadores. É impossível? Não! Sempre alguém acerta os números, mas você conhece alguém que tenha acertado? Nem eu …

Para se chegar aos olhos e ouvidos de uma grande gravadora você pode optar pela indicação de um artista de renome para recomendá-lo, o que na maioria das vezes não faz muita diferença ou então você faz sua carreira decolar em sua cidade, região e Estado. A segunda opção é mais lenta, mais cansativa, mais dispendiosa, no entanto é bem mais garantida. Cabe a você decidir!

Um dos maiores entraves para a expansão do mercado digital no Brasil, sem dúvida, tem a ver com a qualidade da conexão de web nas principais cidades do país. Infelizmente a esmagadora maioria dos internautas no país ainda dispõe de acesso limitado de internet de qualidade. O Governo Federal em mais uma de suas ações marqueteiras promete que em 2 anos mais de 80 milhões de brasileiros passarão a contar com internet banda larga com baixo custo. É esperar e conferir!

Se esta promessa irá se cumprir, realmente não podemos garantir, mas uma coisa é certa! A expansão do mercado digital é irreversível e o Brasil tem tudo para ser um dos maiores mercados neste segmento. Os brasileiros já demonstraram que são ávidos por novidades tecnológicas e estão muito antenados com as tendências de consumo mundial na web.

Pela primeira vez no s últimos 4 anos, o consumo de downloads legais através de sites ultrapassou o mercado de telefonia móvel. Isso demonstra que a pirataria virtual tende a diminuir nos próximos anos e que o mercado digital vem se fortalecendo, se organizando e assumindo uma posição de destaque.

Mas o mercado digital para o mercado fonográfico é muito mais do que simplesmente um processo de download de músicas. Recentemente a Sony Music brasileira lançou o projeto Music Ticket Plus e já vem conquistando mercado além mar, nos EUA, América Latina e Europa.

O Music Ticket Plus (www.musicticketplus.com.br) consiste num cartão plástico personalizado que contém um código de acesso para que após o consumidor preencher um cadastro no site oficial, este possa baixar músicas, vídeos, wallpapers entre outros benefícios. Recentemente em sua turnê pelo Brasil, a cantora Beyoncé utilizou-se do Music Ticket Plus como forma de divulgação de seus sucessos para os 50 mil presentes aos seus shows da cidade de São Paulo.

Para o meio gospel, teremos a estréia deste mesmo projeto nos shows do cantor Michael W. Smith em São Paulo nos dias 02 e 03 de junho. Para aqueles que adquirirem seus ingressos, a organização do evento irá distribuir gratuitamente cerca de 22 mil Music Ticket Plus. Além de estimular o hábito do download legal e proporcionar ao consumidor uma série de benefícios exclusivos, a gravadora cria um cadastro privilegiado de pessoas que têm alguma identificação com o artista. Em tempos de web-marketing, conhecer os hábitos e ter acesso ao público dirigido são ferramentas indispensáveis.

Ainda sobre as novidades digitais no meio gospel, no lançamento do primeiro CD da Banda Resgate pela Sony Music, que contará com uma enorme campanha de marketing pela web, os fãs da Banda terão uma faixa bônus exclusiva e inédita no hotsite do projeto, além de material exclusivo, fotos, cifras e muita informação.

Para aqueles que dizem que o mercado digital é o futuro, vai uma dica simples: o mercado digital já é presente! Você é que continua no passado!

Por Mauricio Soares

Na tarde desta terça-feira (30) a gravadora Sony Music anunciou sua terceira contratação para o cast gospel, a consagrada dupla Rayssa & Ravel.

Na sede da gravadora no Rio de Janeiro, a assinatura de contrato contou com as participações de Sergio Bittencourt, vice-presidente A&R da Sony Music, Mauricio Soares, diretor executivo do projeto gospel, Drª Cláudia Boechat do departamento jurídico e os produtores musicais Zé Henrique e Marcelo Farias.

“Estamos muito felizes com esta oportunidade que Deus está nos concedendo de trabalhar numa empresa como a Sony Music. Cremos que nosso ministério será ainda muito mais divulgado no Brasil e com o apoio da gravadora iremos ampliar o alcance de nossas músicas”, adiantou Rayssa.

“Já nos próximos dias, a dupla voltará à gravadora para apresentar as canções que irão fazer parte do repertório do CD de estréia na Sony Music. A estimativa é que o CD seja lançado na Expo Cristã no mês de setembro deste ano. “Como queremos lançar logo este trabalho, vamos finalizar o repertório nas próximas semanas e imediatamente iniciar a produção”, confirmou Ravel.

E ele ainda faz questão de frisar que no novo CD o estilo sertanejo pentecostal estará presente com toda força no repertório. “Estamos voltando às nossas raízes e neste CD teremos músicas no mais autêntico estilo pentecostal com muita influência da música sertaneja que é o nosso verdadeiro estilo. Em 2010 vamos investir na divulgação deste trabalho pela Sony e no ano que vem vamos gravar o nosso primeiro em grande estilo. Vai ser bom demais!”, complementa o cantor.

Fonte:
Elisandra Amâncio
Assessoria de Imprensa Sony Music

A Associação Brasileira de Produtores de Discos, ABPD, divulgou nesta semana os números oficiais relativos ao faturamento de 2009, que apresentou uma melhora geral, ainda que tímida, em relação ao ano anterior. No entanto, os números que mais chamaram a atenção foram os relativos ao mercado de venda de músicas digitais, que cresceu 159,4%, faturando cerca de R$ 41,7 milhões. Deste toral, 58,7% ou R$ 21,121 milhões foram de receitas advindas da internet e 41,3% de vendas de músicas via telefonia móvel com R$ 17,657 milhões.

Pela primeira vez em quatro anos, desde que a ABPD anuncia os números do mercado digital, os percentuais das vendas da internet superam os das feitas através da telefonia móvel. Este resultado é um indício claro da mudança de hábito de consumo apontando para a compra legal de música através de sites legalizados.

No mundo, o segmento de música digital apontou crescimento de 12% em 2009 e movimentou cerca de US$ 4,2 bilhões de acordo com o Digital Music Report, informativo divulgado em janeiro pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI).

O mercado digital gerou no mundo em 2009, receitas que representam 27% do total de vendas de músicas gravadas. Já no Brasil a participação do mercado digital no total das receitas passou de 8% para 12% em 2008 e em 2009 manteve-se em igual patamar.

O crescimento das vendas de música digital por sites legalizados aumentou sensivelmente no Brasil, em detrimento aos downloads ilegais e à pirataria física de CDs.

Em 2006, dos R$ 8,5 milhões arrecadados nas vendas da área digital, apenas 4% eram relativos à internet – cerca de R$ 300 mil – contra 96% da telefonia móvel ou R$ 8,2 milhões. Já no ano seguinte o percentual da internet havia aumentado para 24% dos R$ 24,2 milhões arrecadados.

Em 2008 esse percen tual caiu em 2%, arrecadando R$ 9,863 milhões do montante de R$ 43,503 milhões. No ano passado, ele teve variação positiva com assombrosos 159,4%, ou seja, mais do que o dobro do que havia conquistado em 2008 e assumindo assim a hegemonia do setor, desde o início dominado pelas vendas via telefonia móvel, que tiveram variação negativa de 47,8%.

Todos estes números apontam para um maior amadurecimento do consumidor na relação com a música digital na web. Especificamente no mercado de música gospel, ainda vivemos a situação do início do mercado digital onde os sites ilegais (sim! o mercado gospel tem sites ilegais, triste não?) imperam no comércio de música. As gravadoras sequer entraram com firmeza no segmento de telefonia móvel e vêem este mercado declinar em detrimento ao mercado legal de comercialização.

As inúmeras possibilidades do mercado digital surgem e se ampliam a cada dia e é saudável que o mercado gospel acompa nhe, ou melhor, recupere o tempo perdido e se adeque urgentemente, pois é uma questão de sobrevivência, de longevidade na nova realidade do mercado fonográfico. O mercado digital não é mais futuro, mas um presente bem consolidado.

Fonte Jornal O Globo, adaptado por Mauricio Soares, Blog Observatório Cristão

A primeira contratação da Sony Music para o projeto de música gospel no Brasil, a Banda Resgate, encontra-se nestes dias preparando o CD de estréia na gravadora. O CD que conta com o sugestivo nome de “Ainda não é o último” tem previsão de lançamento para a segunda quinzena de maio.

De acordo com o Bispo Zé Bruno, o projeto contará com 12 canções inéditas e produção musical de Dudu Borges. “Estamos em pleno processo de gravação, “internados” no estúdio em São Paulo nestes dias. Tem sido um momento muito legal para a Banda, afinal já estamos sem ter este tipo de experiência de gravação há mais de 2 anos. Nesta semana estamos colocando voz nas canções e o Bispo Hamilton veio de Recife para gravar suas participações. Creio que em mais 2 semanas tenhamos grande parte do processo do CD resolvido e na sequência iremos lançar o primeiro single que seguirá para as rádios de todo o país.”

O vocalista da Banda ainda adianta que o estilo musical no novo trabalho seguirá os CDs anteriores, ou seja, com muito rock, guitarras, letras diferenciadas e uma leve pitada de humor. “Como estamos há muito tempo sem lançar um trabalho inédito, nosso estoque de canções estava bem recheado! Então não tivemos nem tanta dificuldade em definir o repertório, mas sempre fica de fora uma ou outra música de qualidade. Acho que nosso próximo trabalho irá representar um momento todo especial em nossas vidas, pois hoje estamos bem mais amadurecidos e conscientes de que a partir de agora a dedicação à Banda será integral. Queremos nos dedicar à música como jamais pudemos nestes tantos anos de estrada. Com isso nossa agenda será bem mais intensa e já estamos nos programando para uma extensa turnê pelas principais capitais do Brasil.”

Além da novidade do primeiro trabalho pela Sony Music, a Banda Resgate nos próximos estreará uma nova página oficial na web. O departamento de marketing da gravadora está preparando uma intensa campanha de divulgação para o lançamento deste trabalho que contará com intensa execução do single nas rádios, entrevistas e promoções junto ao público e lojistas. Nos próximos dias será divulgada a capa do CD que contará com a criação do designer de Carlos André Gomes e fotos de Décio Figueiredo.
Agora, se você quer acompanhar as informações deste novo trabalho tem a opção de entrar no twitter do Bispo Hamilton –http://twitter.com/bispohamilton – e assistir aos vídeos do estúdio e outras novidades deste novo CD.

Fonte:
Assessoria de Imprensa

Sony Music

O grupo de louvor Renascer  Praise acaba de assinar contrato com a Sony Music. A celebração do acordo aconteceu na Rede Gospel de Televisão na tarde desta quinta-feira (11/3), durante o programa Renascem em Revista.

Apresentado pelo Apóstolo Estevam Hernandes, o programa serviu de palco para a assinatura do contrato entre a Sony Music, representada pelo diretor executivo do selo gospel, Maurício Soares e a líder do Renascer Praise, Bispa Sonia Hernandes. Com isso, um dos momentos mais importantes na história do grupo pode ser acompanhado pelos expectadores e pelos admiradores do grupo.

Para Maurício Soares, que comanda a área gospel da Sony no Brasil, a entrada do Renascer Praise aconteceu após pesquisas e análises relativas ao trabalho realizado pelo grupo. “É um projeto criterioso, no qual em todas as pesquisas realizadas por nós apareciam o Renascer Praise com bastante frequência”, explicou.

Em sua fala a Bispa Sonia disse estar feliz com a parceria e que esse momento é um reconhecimento do trabalho que o Renascer Praise realiza ao longo de todos esses anos. “Essa parceria vem com selo de aprovação e reconhecimento, inclusive pelo mercado secular, daquilo que significa nosso trabalho dentro da música. Vejo esse momento como o resultado de uma grande entrega feita por todos aqueles que se dedicam e que entregam ao Senhor o seu melhor”, destacou a líder do grupo.

De acordo com o Apóstolo Estevam Hernandes, a composição com a Sony significa um crescimento e uma estrutura grandiosa para que a música gospel possa ser melhor difundida, além de um ganho para o mercado e para o Corpo de Cristo. “Eu acho que é um divisor de águas, porque todos nós sabemos o que a Sony representa como empresa em todos os setores e especialmente na música, onde figura como a maior empresa do mundo. Essa parceria agrega efetivamente muita qualidade e muitas possibilidades de divulgação e distribuição do produto. Eu creio que ela nos coloca em um patamar pelo qual sempre lutamos”.

A parceria entre o Renascer Praise e a Sony já irá aparecer no próximo trabalho, que será gravado ao vivo no feriado de Tiradentes (21/4), em São Paulo.  Segundo Maurício Soares, além da mídia CD o produto também será distribuído em bluray, tecnologia criada e dominada pela Sony.

Pra Adriana Bernardo

Comunicação Renascer