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A internet é interativa, a internet é um mundo conectado, a internet bem utilizada vira um meio essencial de aprendizado e convívio… Utilizei esse vídeo acima feito pela Nike para a Copa do Mundo para ilustrar um pouquinho a mensagem que quero passar.

Esses dias deixei de ir a Sony Music para trabalhar de casa, pensando em uma maior produtividade e além de me focar exclusivamente no desenvolvimento do website da gravadora.

Pensei em algumas coisas, pra falar a verdade pensei em várias coisas… Qual o tipo de layout iria desenvolver, qual paleta de cores usaria, qual facilidade o site daria ao seu usuário, quais as seções trabalharíamos, dentre muitos pensamentos um deles me me tocou profundamente, A importância que o site teria não somente para a companhia e muito menos para os artistas, mais para seus usuários, para um nicho carente de iniciativas que promova o mercado.

Uma frase que o Mauricio disse em uma das reuniões que tivemos com o Digital me deixou pensativo. Ele disse “O Povo Evangélico espera que algo novo aconteça”  o que temos visto ao longo de todo esse tempo é que somos sempre colocado de lado, somos 30% da população brasileira, um mercado gigantesco mais sempre somos colocado em lugares pequenos”, ex. se na novela existir um crente, pode ter certeza esse crente é o mais mizerável ou o mais chato, se entramos em um taxi,  escutamos os piores tipo de músicas, mais se pedirmos para colocar uma música evangélica, logo percebemos as caras feias ao nosso redor, nos principais eventos culturais nunca somos lembrados, vide “Virada Cultural”, para se conseguir patrocínio para um determinado projeto é quase impossível, mais se o evento é secular patrocínio é o que não falta.

Pensando sobre isso, vejo que a responsabilidade que temos é muito maior do que pensamos. Não quero que o website seja simplesmente um meio de divulgarmos os lançamentos, ou venda de algum produto, mais tenho como prioridade fazer o meu melhor, pois chegou a hora que precisamos dar o nosso melhor para que essa imagem de “coitadinho”, “pequenininho”, “tadinho” suma de vez.

Nossas escolhas podem influenciar sim, uma geração!

Por isso é extremamente importante nos dedicarmos em tudo que venhamos a fazer, seja na escolha da paleta de cores para um determinado projeto ou na escolha do seu repertório ou até mesmo na profissão na qual iremos trabalhar por toda a nossa vida.

A história é escrita a cada instante. E cada decisão tomada, cada ação pode levar para a glória ou o fracasso.

Temos vários post no Observatório Cristão que fala sobre esses assuntos, vários toques importantes desde a escolha do repertório à como deve-se proceder com mídia social e também a importância do cliente, todos os temas foi pensado, elaborado com o maior carinho, pensando em uma mudança de posicionamento do mercado, falamos aqui o que vivemos, pois o fato de trabalhar com música favorece na hora de escrever, na hora de criar.

Vladymi Lacerda, webdesigner, trabalhando 18h por dia, para influenciar minha geração.

O ditado popular afirma categoricamente que “diga-me com quem andas e dir-te-ei quem és!”. Pois bem, esse é um adágio que costumamos evocar sempre associado às más companhias, comumente com a idéia negativa de quem anda junto. No entanto, se formos pensar no conceito literal dessa expressão também poderemos considerar que boas pessoas que andam juntas, irão produzir ações positivas. Toda esta introdução pseudo filosófica comportamental tem como objetivo abordar um assunto que pode ser bastante espinhoso em se tratando de meio artístico e mais especificamente do meio gospel.

Acompanhando mais uma enxurrada de tweets de meu amigo e editor do Observatório Cristão, o perspicaz Carlos André, gostei muito de uma frase postada por ele em mais uma de suas madrugadas inspiradas, cáusticas e deliciosamente crítica. A frase é a seguinte:“Música boa não envelhece. Música ruim já nasce morta!” E como temos visto exemplos moribundos de músicas natimortas em nosso meio!

De cada 10 CDs que recebo para avaliação, pelo menos 8 produções têm entre 12 a 14 faixas gravadas. A impressão que me dá é de que há uma lei federal punindo o artista que não grava mais do que 12 canções por álbum ou ainda, um conceito de que o consumidor final fica contando o número de faixas por CD para fazer conta se o valor de venda é compatível ao preço do produto. Como se música fosse algo que pudesse ser pesado atendendo ao adágio popular “vale o quanto pesa”.

Uma das frases que mais ouço de artistas querendo justificar o excesso de músicas no CD é justamente – “Tem muita música boa! Ficou difícil escolher e colocamos 14 canções” – no entanto, ao ouvirmos o trabalho não encontramos 14 sucessos, ou melhor, ficamos muito longe disso! Tem também aquela visão míope do cantor que se julga um compositor de mão de cheia e que na verdade, seja pelo ego de ver seu nome impresso no encarte do CD ou pela ganância de receber os direitos autorais, faz questão de emplacar suas composições no repertório.

Em texto assinado por Jeffrey Zaslow, a edição de hoje do The Wall Street Journal analisa o que o autor chamou de “A Era da Humilhação”: o tempo em que vivemos, quando qualquer um pode sacar um celular e com ele arrasar pra sempre a imagem de um artista, bastando pra isso um ângulo desfavorável, uma barriga indecente, ou uma performance abaixo da crítica.

Num dos trechos, o jornalista cita o caso de Whitney Houston — voz singular que, depois de invadir corações e mentes durante os anos 80, desapareceu da mídia, tendo ressurgido recentemente com novo álbum depois de ver seu nome envolvido em histórias escandalosas.

Houston tenta um retorno glorioso, buscando um lugar de honra pra quem um dia, pela extensão do seu sucesso, foi comparada a ninguém menos do que Michael Jackson.

Se em estúdio o talento da artista permanece intacto, como comprova o último lançamento pela Sony/BMG, ao menos num dos shows da turnê “Nothing But Love” ela teve problemas, praticamente perdendo a voz diante da platéia em Londres.

Embora isso já tenha ocorrido com nomes consagrados, como Maria Callas e Elvis Presley, foi a captura do momento em vídeo que detonou a onda de comentários maliciosos envolvendo o nome da cantora.