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Ainda quero falar sobre um tema que me surgiu à mente em função dos recentes dias em que estive no Ceará por ocasião da Expo Evangélica. Como comentou um dos membros da Banda Bálsamo, certamente os dias naquele evento serviriam para trazer assuntos para serem posteriormente publicados no Observatório Cristão. E, de verdade, boa parte de meus insights surgem exatamente em viagens, shows, eventos que participo pelo país e exterior. E desta vez não foi diferente. Considero-me um observador privilegiado das transformações que o mercado fonográfico e cristão vem atravessando nas últimas quase 3 décadas e muitas das vezes tenho que tentar me desligar de uma visão analítica dos fatos para simplesmente curtir de uma forma leve e sem compromisso um show, evento ou algo do tipo. A verdade é que por trabalhar nesta área, minha visão sempre é profissional, crítica, distanciada. Não sei se isso é bom, ruim, neurótica … mas enfim, é o que me cabe e tenho que simplesmente seguir em frente.

No último post, a palavra em destaque foi MUDANÇA. Confesso que entre os itens que destaquei neste último post até comecei a escrever sobre o assunto que iremos comentar hoje, mas por se tratar de algo mais denso e que permitiria uma maior análise, optei em manter exclusivo num texto totalmente dedicado ao tema. Vamos a ele.

Até algum tempo atrás, os artistas em suas apresentações, entrevistas, e praticamente em toda oportunidade que surgisse, faziam questão de lembrar ao público de que seu CD (os mais antigos diriam LPs e até cassetes) encontravam-se à venda nas lojas (geralmente as melhores lojas, mas me parece que nas lojas ruins também, rs). Muitos artistas tinham o péssimo hábito de em suas apresentações, inclusive em púlpitos nas igrejas ficarem por muitos minutos divulgando seus CDs no melhor estilo balcão de vendas, sem o mínimo pudor fazendo longos discursos destacando preços, promoções e se colocando à disposição para dar autógrafos (de preferência no próprio CD, nada de papelzinho, Bíblia e coisas do tipo).

Os tempos mudaram e os discursos devem seguir estas novas tendências. Mas me parece que especificamente neste quesito, a classe artística gospel (e mesmo a secular) ainda não se apercebeu sobre a importância de novas abordagens. Nos últimos anos, não foram poucas as vezes em que vi artistas conclamando o público para seguirem suas redes sociais. Tornou-se meio que um selo de popularidade o artista ter números consistentes em sua fanpage, Twitter, Instagram, Snapchat e outras redes sociais. E concordo plenamente que quanto mais seguidores, mais o artista poderá potencializar a divulgação de seu trabalho. A questão é que os artistas estão focando apenas em metade do processo que verdadeiramente interessa neste momento. De nada adianta um determinado artista ter milhões de seguidores em redes sociais porque efetivamente nestes canais não há monetização sobre resultados. Em rápidas palavras, as redes sociais não devem jamais ser o objetivo final para os artistas, mas uma ferramenta eficiente para se alcançar algo mais significativo que é a remuneração das plataformas de streaming de áudio e vídeo, além da tradicional venda de produtos físicos.

Por exemplo, há vários artistas com enorme popularidade no meio gospel que jamais alcançaram o primeiro lugar no iTunes. Mesmo se tratando de uma modalidade em queda – a venda de conteúdo a la carte – o ranking de mais vendidos do iTunes serve como uma importante referência de resultados. Há 3 ou 4 anos atrás, alcançar o topo de vendas desta plataforma significava algo incrível e isto foi uma conquista bem rara em se tratando de artistas gospel. Lembrando que o primeiro artista religioso a ficar na liderança do iTunes foi Leonardo Gonçalves, fato repetido por ele em outras ocasiões. Artistas como Os Arrais, Paulo César Baruk, Gabriela Rocha, Mariana Valadão, e mais recentemente Estêvão Queiroga podem se orgulhar por tal feito que muito (a esmagadora maioria, por sinal) ‘medalhão’ gospel jamais alcançou.

Os números que de verdade importam neste momento são os seguidores dos canais de vídeo, seguidores de playlists no Spotify, Deezer ou Apple Music, número de visualizações de clipes, Lyric Videos e todo tipo de conteúdo em vídeo, número de streamings de áudio (publiquei recentemente um texto falando sobre esta questão. Vale a pena rever este post) e número de assinantes dos serviços de áudio mobile – operadoras de telefonia.

E aí, volto a uns parágrafos acima pra comentar sobre o ‘novo discurso’ que deve ser apresentado pelos artistas em todo contato com o público. Não se deve mais só lembrar da existência do CD pra ser comprado ao fim do culto ou do show, o artista deve principalmente incentivar o público a continuar a experiência de ter contato com sua arte através das plataformas de streaming. Lembrando que algumas destas plataformas possuem opções gratuitas como o Spotify e, melhor ainda, que todas possuem preços absolutamente acessíveis para assinaturas – em média R$ 14,90/mês para ter acesso a um catálogo de mais de 30 milhões de músicas. Não se trata de substituir uma mídia física pelo acesso digital ao conteúdo, mas sim de ampliar as formas de contato com o público com a música.

Temos um grande desafio neste momento que é tornar cada vez mais popular o acesso e utilização dos milhões de cristãos às plataformas de streaming disponíveis.

Estamos diante de uma mudança de hábito e cultura e isto só ocorre através da mobilização dos formadores de opinião, que neste caso são as gravadoras, mídias e principalmente artistas. E, sem dúvida, uma excelente oportunidade que os artistas têm para apresentar estas novas opções de relacionamento do público e os novos canais, se dá nos cultos, shows, entrevistas e, ainda, através de suas próprias redes sociais. Se você é artista e ainda não tem assinatura em uma destas plataformas, saiba que você já está atrasado, ou melhor, muito atrasado!

É fundamental que neste momento, velhas estratégias e expectativas sejam reformuladas. Estamos diante de um momento em que a indústria fonográfica mundial volta novamente a crescer e a tornar-se muito relevante, em que as oportunidades são ilimitadas e as receitas voltam a crescer exponencialmente, no entanto, também é um momento de uma nova mentalidade e, principalmente, de novas atitudes.

Enjoy!
Mauricio Soares, publicitário, peladeiro de fim de semana, observador contumaz, estudioso do mercado cristão e alguém que está cada vez mais empolgado com as oportunidades do mundo digital.

A tecnologia deveria facilitar a vida do ser humano e realmente em muitos dos casos é exatamente isso o que acontece. Só que em outros aspectos, esta mesma tecnologia acaba nos tornando pessoas ansiosas, ultra atarefadas e muitas das vezes psicóticas. Me incluo na lista de pessoas que não conseguem se desligar do mundo externo e por conseguinte, dos neuróticos crônicos que não podem deixar de ler as mensagens eletrônicas que insistem em marcar presença em nossa caixa postal, mesmo que isso aconteça em plena madrugada.

Durante o tempo em que acordava nas madrugadas para atender ao choro intenso de meu bebê clamando por uma boa mamada noturna, sempre aproveitava o momento de súbito acordar para conferir se alguma grande notícia havia chegado enquanto eu dormia. Sei … é uma psicose, mas estou me tratando …

Hoje em dia recebo em média 180 a 200 emails em minha caixa postal. Destes, cerca de 50% são relativos diretamente às minhas atividades profissionais. Outros 10% são spams, propagandas diversas e correntes de prosperidade e coisas do tipo. Já os outros 40% são mensagens de pessoas pedindo por algum apoio artístico. Os assuntos vão desde compositores querendo apresentar seus trabalhos até jovens artistas pedindo por atenção da gravadora.

Não sei se há pela web algum site oferecendo dicas ou mesmo textos prontos sobre como se deve abordar um A&R de gravadora. Digo isto porque é impressionante como os temas e abordagens se repetem de forma padronizada.

Há os textos compreensivos … “Sei que o senhor é uma pessoa muito ocupada, mas garanto que não irá se arrepender se dedicar apenas alguns minutos para conhecer a artista …”

Outros que também estão sempre presentes são os descobridores de fenômenos … “O senhor precisa conhecer a cantora Gladyslivia Gomes, ela é um sucesso aqui em Araguaína! Sua música está entre as mais pedidas da rádio online Louvor FM.Contrate-a antes que outra gravadora o faça, fica a dica!”

Mas, sem dúvida, uma das abordagens que mais me chamam a atenção são justamente aquelas que apelam para as questões espirituais. E aí, posso elencar algumas estratégias bem claras e vou me deter em poucas opções para que este texto não fique muito extenso.

“Eu quero muito louvar a Deus! Quero muito falar do seu amor para todas as pessoas. Eu sou uma adoradora e preciso demais que o senhor me apoie neste propósito! Preciso gravar logo um CD!”

Em sua Palavra, Deus nos ensina que ele busca por adoradores, que o adorem em espírito e em verdade! Em outro texto o salmista exalta para que todo ser que respire louve ao Senhor! Em nenhum momento a Bíblia nos ensina ou indica que para tornarmo-nos adoradores devemos entrar em estúdio e gravar um disco!?!?!?!? Não há qualquer relação entre o processo de louvar e adorar a Deus com a necessidade de se ingressar num projeto artístico! E ainda bem por isso! Graças a Deus porque nos permite achegarmos a Ele semmaiores dificuldades, basta apenas um coração puro, contrito, disposto a manter uma relação íntima com o Criador.

É importante que os meus 66 leitores do blog tenham ciência de que adorar a Deus é maravilhoso e um processo individualizado, sem filtros, uma experiência realmente sobrenatural e marcante! Já uma carreiraartística é algo absurdamente trabalhoso, árduo, difícil, um processo de entrega constante, com enormes riscos de insucesso, ou seja, é algo muito, mas muito complicado!

Você já parou para pensar como deve ser entediante cantar as mesmas músicas por longos 18 meses, às vezes muito mais do que isso? Outro dia encontrei um cantor que repetia a mesma canção por (pasmem!) 20 anos! Haja inspiração! Ou então, de como deve ser difícil abrir mão de fins de semana com a família?

Isso para não falar das viagens! Alguns me encontram por aí e dizem na maior cara de pau: “Você nasceu virado para a Lua! Como deve ser bom viver viajando, nos aeroportos,conhecendo pessoas, lugares … ô vidão!” Neste momento escrevo este texto às 21h15 de uma sexta-feira a bordo de um avião com destino à capital federal. Neste próximo sábado estarei conferindo a gravação de um DVD de um artista que sequer faz parte do cast de minha gravadora. Deixei em casa meus 3 filhos eesposa, retornando ao convívio com eles somente na parte da tarde do domingo. Alguém acha que prefiro estar fora de casa, sem meus familiares, tendo que trabalhar em pleno fim de semana? Pois é exatamente isso o que acontece quando você se torna um artista profissional.

Ainda com relação às viagens, é importante salientar que nem sempre se viaja de avião e se hospeda em grandes hotéis. Mesmo artistas do primeiro time como Damares, Shirley Carvalhaes, Mariana Valadão e tantos outros, vez ou outra são ‘surpreendidos’ com hotéis 5 estrelas cadentes, em cima de postos de gasolina, com banheiro coletivo e outras maravilhas pentecostais. Isso sem falar com os banquetes de cachorro quente e coxinhas de frango frias que mais parecem bolas de pingue pongue. Ah! já ia me esquecendo … tem também as ‘pegadinhas’ quando o contratante te diz que depois do aeroporto, ainda vai ser preciso fazer um pequeno trajeto por estrada (de terra) … só uns quilômetros (mais 3 horas de sacolejos!).

Ou seja, não confunda sua vontade de adorar, de louvar, cantar, de ter uma vida dedicada às questões espirituais com a necessidade de lançar-se numa carreira artística! Deus não está à procura de cantores, discos de ouro ou hits empolgantes! Ele quer adoradores e isso inclui cada um de nós, sem exceção, e nesta lista até incluímos os cantores e cantoras, sem distinção!

Outra abordagem tem a ver com uma palavra que ganhou notoriedade surreal nos últimos anos – promessa. É impressionante como as pessoas atualmente se agarram em promessas como se Deus estivesse ali assinando uma nota promissória! Não quero entrar numa discussão teológica, mas efetivamente tenho muitas ressalvas com o uso que as pessoas têm feito deste assunto. Boa parte das mensagens que recebo diariamente têm a citação de que “Deus me deu esta promessa! De que eu gravaria um CD, de que eu teria um ministério”. Como profissional o que eu posso analisar é se o referido indivíduo tem adequação com uma carreira artística, se tem talento, se tem um diferencial, enfim, minhas análises são estritamente baseadas em critérios técnicos, nada além disso! Agora, se Deus realmente te escolheu para levar a Palavra aos quatro cantos do planeta … então, com talento ou não, Ele simplesmente irá fazer isso! É uma questão simples de soberania. Ele tudo pode! E não é um A&Rzinho que irá barrar esta decisão. Não mesmo!

Sempre uso como exemplo o que aconteceu com o Irmão Lázaro. Se há tempos atrás o disco dele caísse em minhas mãos para ser avaliado, as chances de eu contratá-lo são as mais remotas possíveis! Tecnicamente, o disco que o catapultou ao estrelato no meio gospel anos atrás era de uma simplicidade absurda! Mas aí, entra um fator que nem eu nem qualquer profissional do mercado tem qualquer ingerência, a soberana vontade de Deus. Ele quis … simples assim! Resultado: mais de 1,5 milhão de discos vendidos de forma independente. O resto é história!

Então, já concluindo este texto, se você pretende seguir uma carreira artística saiba que a estrada é longa e muito difícil! Muito melhor e mais prazerosa é a opção de simplesmente sermos adoradores do Deus Vivo. Ele não nos pede nada, nem disco, nem estratégia, nem técnica, nem mesmo talento ou afinação, somente sinceridade em nossos lábios!

Vamos adorar, sempre!

Mauricio Soares, jornalista, consultor de marketing, adorador sem nunca ter gravado um CD, pai, blogueiro e um recém apaixonado pelas belezas naturais de Santa Catarina. Simplesmente top!


Quem vai na frente tem a responsabilidade de mostrar o caminho e, se não o faz, peca por omissão e sonega o bem mais precioso que pode ter: a informação.

Cansado de ouvir as reclamações e desabafos de colegas de profissão, e pensando numa nova geração de criadores que é boa de técnica mas desconhece legislação ou sofre de “ingenuidade seletiva”, quero prestar um serviço aqui neste espaço, escrevendo sobre algo que me parece de extrema urgência nesses dias.

O assunto é seríssimo e merece toda atenção, sobretudo dos cantores, compositores, corais, ministérios, duplas, trios, quartetos, quintetos… enfim, de todos os profissionais do ramo musical, que levaram anos para construir uma reputação e que podem ver, sem mais nem menos, seus nomes envolvidos numa enorme confusão, com conseqüências seríssimas em todas as esferas judiciais.

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Se você tem o desprazer de me seguir no twitter, já deve ter ouvido falar sobre minhas recorrentes idas ao #CCBB, Centro Cultural Banco do Brasil, espécie de enclave europeu no Centro do Rio, onde se encontram as melhores exposições e as pessoas mais estranhamente adoráveis da #CidadeMaravilhosa.

Foi numa dessas idas, em 2008, que revisitei o trabalho da Família Ferrez, numa exposição montada com cerca de 400 fotos, todas elas extraídas de um acervo de 8 mil negativos — acervo que foi doado pela família ao #ArquivoNacional, que tem sua sede no #RiodeJaneiro.

As fotos, boa parte delas do final do século XIX, são de uma beleza indescritível.

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Olá pessoal, primeiramente FELIZ 2011 depois de um ano de 2010 de intenso trabalho, depois de várias realizações e conquistas chegamos em 2011 e, o que podemos esperar deste novo ano? Bom, certeza absoluta que o Observatório Cristao continuará se empenhando para trazer para vocês novidades, entretenimento e dicas, dicas que certamente os ajudarão no decorrer da vida artísticas ou tecnológicas de vocês, para dar início ao primeiro post tecnológico de 2011 venho comentar sobre o Google Chrome OS.

Para quem não sabe o Google Chrome OS è um sistema operacional projetado pelo Google para trabalhar exclusivamente com aplicações web.


O sistema operacional foi anunciado em 7 de julho de 2009, mais só teve sua versão estável lançado durante o segundo semestre de 2010, no dia 7 de Dezembro. A interface de usuário uma abordagem minimalista, assemelhando-se ao navegador Chrome (na minha opinião o navegador Chrome é o melhor navegador na atualidade, leve, rápido e básico é tudo que preciso), a nota triste é que o Google Chrome OS não estará disponível em downloads para instalaçao, em vez disso, o sistema operacional só virá em hardware específico de fabricação dos parceiros do Google. O browser será a única aplicação residente no dispositivo, pois o Google Chrome OS é destinado aos usuários que passam a maior parte do seu tempo de uso de computador navegando na Internet.

Bom, dado o input inicial tomei a liberdade de disponibilizar aqui um post super interessante retirado do www.gizmodo.com, esse pessoal ai trabalhou por 5 dias utilizando somente o Google Chrome através do netbooks Cr-48 parte de um “teste piloto”, além do post em si estou disponibilizando  o review de Jason Chen só para vocês matarem um pouquinho da curiosidade hehe.

Quando o assunto é masterização estamos falando do serviço executado por um profissional de áudio, que ocorre entre a mixagem no estúdio e a duplicação em série de um CD.

O trabalho pode ser comparado ao que anos atrás era chamado de corte do vinil. As fábricas recebiam mixagens feitas em fitas magnéticas, através de equalizadores aplicavam cortes específicos em frequências, ajustes de volume entre as faixas e preparavam a matriz em acetato, buscando certa uniformidade no áudio, e possibilitando a fabricação do LP em vinil.

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Apesar de representar apenas uma pequena fatia na educação e socialização em nosso país, os números da inclusão digital vêm crescendo consideravelmente; e isso é muito bom.

Uma nova modalidade de inclusão digital que tem crescido é o aparelho de telefonia celular, através de seus diferentes formatos, como voz, web, sms e outros.

Segundo informação divulgada pela Anatel, em abril de 2009 havia oito celulares para cada dez habitantes. Isso representa mais de 153 milhões de assinantes no

Serviço Móvel Pessoal (SMP), com mais de 1.3 milhão de novas habilitações (crescimento de 0,86%), apenas em março de 2009.

Os maiores crescimentos da teledensidade em março foram registrados no Maranhão, Amapá, Amazonas, Alagoas e Pará. É isso mesmo: pontos distantes dos grandes centros que, talvez, você nem imaginasse que tivessem sinal.

Analisando esses números e as atuais mudanças na forma de oferecer conteúdo e entretenimento, me deparei com algumas informações que me fizeram refletir sobre esse tema. De todo esse universo, 81,61% são pré-pagos e apenas 18,39% póspagos, sendo que desses pré-pagos, muitos utilizam o aparelho apenas para receber ligação. (Anatel, abril de 2009).

Segundo pesquisa da Nielsen realizada no quarto trimestre de 2008, cerca de 16% dos consumidores só usam o celular para voz e 25% usam o celular para voz e mensagem de texto. Apenas 19% usam serviços de valor adicionado, como acesso a web, envio de mensagens mms, Apps e outros.

Esses dados por si só já seriam um bom argumento. Não basta ter um aparelho celular para estar incluído digitalmente. Mas ainda há outros pontos que gostaria de analisar com vocês.

Segundo pesquisa do Yankee Group, a expectativa é que em 2013 a venda de Smartphones atinja 38%. Segundo as próprias operadoras, quem tem esse tipo de aparelho gasta cerca de 20% a mais no final do mês na conta telefônica. Com a velocidade frenética e o avanço das tecnologias mobile, esses números poderiam ser bem mais animadores.

Com o advento da tecnologia 3G, a previsão é que o número de acessos à web através de celular aumente ainda mais.

Sendo assim, de alguma maneira o celular acaba excluindo digitalmente grande parte dos usuários. Ou você tem um iPhone ou fica de fora. Se tem, pode baixar milhares de aplicativos. Se não tem, fica na vontade. Alguns concorrentes começam a se mexer, mas os usuários têm sede de informação.

O mercado de telefonia móvel podia tomar a internet como exemplo. A internet ganhou um incrível número de usuários e popularizou-se graças à redução do custo dos computadores pessoais e o surgimentos das Lan Houses, que levou o acesso a rede a locais e pessoas com poucos recursos. Com isso a inclusão digital também deu um enorme salto. A redução nos custos da navegação através de banda larga também contribuiu, e muito, para isso acontecer. Com isso, todos saíram

ganhando. Essa inclusão através das redes de telefonia celular também pode ser acelerada com planos de telefonia mais baratos e pacotes de dados mais acessíveis.

Todos sairão ganhando, clientes, operadores, empresas, etc.

fonte: imasters

Apesar de representar apenas uma pequena fatia na educação e socialização em nosso país, os números da inclusão digital vêm crescendo consideravelmente; e isso
é muito bom.
Uma nova modalidade de inclusão digital que tem crescido é o aparelho de telefonia celular, através de seus diferentes formatos, como voz, web, sms e
outros.
Segundo informação divulgada pela Anatel, em abril de 2009 havia oito celulares para cada dez habitantes. Isso representa mais de 153 milhões de assinantes no
Serviço Móvel Pessoal (SMP), com mais de 1.3 milhão de novas habilitações (crescimento de 0,86%), apenas em março de 2009.
Os maiores crescimentos da teledensidade em março foram registrados no Maranhão, Amapá, Amazonas, Alagoas e Pará. É isso mesmo: pontos distantes dos
grandes centros que, talvez, você nem imaginasse que tivessem sinal.
Analisando esses números e as atuais mudanças na forma de oferecer conteúdo e entretenimento, me deparei com algumas informações que me fizeram refletir
sobre esse tema. De todo esse universo, 81,61% são pré-pagos e apenas 18,39% póspagos, sendo que desses pré-pagos, muitos utilizam o aparelho apenas para receber
ligação. (Anatel, abril de 2009).
Segundo pesquisa da Nielsen realizada no quarto trimestre de 2008, cerca de 16% dos consumidores só usam o celular para voz e 25% usam o celular para voz e
mensagem de texto. Apenas 19% usam serviços de valor adicionado, como acesso a web, envio de mensagens mms, Apps e outros.
Esses dados por si só já seriam um bom argumento. Não basta ter um aparelho celular para estar incluído digitalmente. Mas ainda há outros pontos que gostaria
de analisar com vocês.
Segundo pesquisa do Yankee Group, a expectativa é que em 2013 a venda de Smartphones atinja 38%. Segundo as próprias operadoras, quem tem esse tipo de
aparelho gasta cerca de 20% a mais no final do mês na conta telefônica. Com a velocidade frenética e o avanço das tecnologias mobile, esses números poderiam
ser bem mais animadores.
Com o advento da tecnologia 3G, a previsão é que o número de acessos à web através de celular aumente ainda mais.
Sendo assim, de alguma maneira o celular acaba excluindo digitalmente grande parte dos usuários. Ou você tem um iPhone ou fica de fora. Se tem, pode baixar
milhares de aplicativos. Se não tem, fica na vontade. Alguns concorrentes começam a se mexer, mas os usuários têm sede de informação.
O mercado de telefonia móvel podia tomar a internet como exemplo. A internet ganhou um incrível número de usuários e popularizou-se graças à redução do custo
dos computadores pessoais e o surgimentos das Lan Houses, que levou o acesso a rede a locais e pessoas com poucos recursos. Com isso a inclusão digital também
deu um enorme salto. A redução nos custos da navegação através de banda larga também contribuiu, e muito, para isso acontecer. Com isso, todos saíram
ganhando. Essa inclusão através das redes de telefonia celular também pode ser acelerada com planos de telefonia mais baratos e pacotes de dados mais acessíveis.
Todos sairão ganhando, clientes, operadores, empresas, etc.

Este finzinho de 2010 está sendo absurdamente intenso para este blogueiro multitarefas e preciso confessar que cheguei ao cúmulo de convocar minha esposa para uma “reunião extraordinária e exclusiva” para passar-lhe a minha agenda de compromissos e viagens até o fim do ano, tamanha a quantidade de eventos inadiáveis que dependeriam de minha presença no apagar das luzes deste ano.