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Baixar legalmente as músicas da banda que você mais gosta, no conforto de seu lar, ouvir versões únicas de suas canções preferidas, ter acesso a conteúdo exclusivo sobre seu ídolo, tudo isso não tem preço. Mas, para quase todas estas coisas, existe um e-card. O cartãozinho, que tem o mesmo formato dos de cartão de crédito, é a mais nova aposta de selos (inclusive os menores), gravadoras e empresas de promoção para burlar a pirataria e estreitar relação de marcas e artistas (dos mais populares aos mais sofisticados) com os fãs.
Funciona assim: cada e-card traz a indicação de um site e um código que, ao ser digitado na página, dá direito a baixar o conteúdo. A quantidade de músicas para download varia de caso a caso. E, na maioria das vezes, é oferecido gratuitamente. A Sony Music, por exemplo, distribuiu 10 mil e-cards no lançamento do DVD da dupla sertaneja, João Bosco e Vinícius, no Vila Country, em São Paulo, no mês passado.
Bem mais do que um caminho para baixar música legalmente e incentivar o consumo, os e-cards são mesmo uma poderosa arma de promoção. Praticamente todas as gravadoras já experimentaram, desde a independente Deck-disc, com o Strike, até as grandes, como a Som Livre, que testou a novidade no lançamento da até então desconhecida Maria Gadú. O e-card dava direito ao download de “Shimbalaiê”, hoje um sucesso.
Bandas independentes também estão adotando o formato. O Songoro Consogo lançou as 12 faixas do disco “Psicotropical musik vol. 2” simultaneamente em CD e e-card.
– É uma solução barata para bandas independentes, principalmente na questão de distribuição – avalia o baterista Bernardo Palmeira – de todos os que foram entregues 70% fizeram downloads.
Os cartões também podem se tornar um objeto de desejo. Durante a passagem de Beyoncé pelo Brasil, 50 mil e-cards foram distribuídos junto com os ingressos para o show do Estádio do Morumbi, na capital paulista. Um deles foi para no MercadoLivre, e disputado como objeto de colecionador.
– Os consumidores recebem um brinde atrativo, que vira um grande recordação de seus ídolos ou de um momento especial – defende Alexandre Schiavo, presidente da Sony Music Brasil – com o e-card, o fã pode fazer o download de músicas de sucesso, inéditas ou versões nunca lançadas, além de videoclipes, entrevistas exclusivas e até games. As possibilidades são enormes. É um passaporte para o ambiente virtual.
Passaporte, aliás a definição perfeita para os e-cards. Diferentemente dos CDs promocionais – como aqueles que você ganhava no posto de gasolina, com um única seleção de músicas –, com os cartões eletrônicos, a escolha é do freguês. E enquanto o fã pode viajar na seleção das faixas, quem está do outro lado analisa o comportamento e o gosto de seu cliente.
Gabriel Marques, vocalista da nada Moptop e criador do site 1download (WWW.1download.com.br), não tem dúvidas de que o formato vale a pena:
– Gasta-se em média, R$ 700 para produzir mil cartões, enquanto seria preciso de R$ 3 mil ou R$ 4 mil para a mesma quantidade de CD.
Para Felippe Llerena, idealizador da Coolnex, braço da distribuidora de música digital iMúsica, primeira empresa a desenvolver este tipo de mídia por aqui, os e-cards são “uma moeda de troca, além de um item colecionável que confere valor ao produto.”
E não servem apenas para divulgar discos. Na noite de lançamento do livro “Música, ídolos e poder: do vinil ao download” (Nova Fronteira) do produtor André Midani, em 2008, quem comprava a edição recebia um e-card para baixar um determinado valor em músicas de uma loja virtual.
Por Marcella Sobral – Revista O Globo
E o mercado gospel não ficará anos contemplando passivamente esta revolução acontecendo sem se mexer. Já nos shows programados para a Cidade de São Paulo da mini-turnê do cantor Michael W. Smith será lançado o Gospel Music Ticket que dará acesso a download de 3 faixas gratuitas entre 10 músicas disponíveis. Os ingressos para o show, que já se encontram à venda, darão direito a um e-card personalizado do artista. Para retirar seu Gospel Music Ticket, basta dirigir-se à loja Made in Brazil munido com seu ingresso e documentação.  Outras iniciativas já estão sendo analisadas para que no segundo semestre mais projetos de e-card sejam lançados pela Sony Music visando atender à demanda do mercado gospel nacional.

Baixar legalmente as músicas da banda que você mais gosta, no conforto de seu lar, ouvir versões únicas de suas canções preferidas, ter acesso a conteúdo exclusivo sobre seu ídolo, tudo isso não tem preço. Mas, para quase todas estas coisas, existe um e-card. O cartãozinho, que tem o mesmo formato dos de cartão de crédito, é a mais nova aposta de selos (inclusive os menores), gravadoras e empresas de promoção para burlar a pirataria e estreitar relação de marcas e artistas (dos mais populares aos mais sofisticados) com os fãs.

Funciona assim: cada e-card traz a indicação de um site e um código que, ao ser digitado na página, dá direito a baixar o conteúdo. A quantidade de músicas para download varia de caso a caso. E, na maioria das vezes, é oferecido gratuitamente. A Sony Music, por exemplo, distribuiu 10 mil e-cards no lançamento do DVD da dupla sertaneja, João Bosco e Vinícius, no Vila Country, em São Paulo, no mês passado.

Falta de planejamento e de conhecimento da própria imagem na internet levam marcas a estratégias erradas
Nem sempre as campanhas publicitárias feitas para as redes sociais conseguem atingir o seu objetivo. Pelo contrário. Como o público em sites como Orkut, Facebook e Twitter é muito diversificado e já responde por cerca de 77% dos usuários da internet no Brasil, as ações de marketing acabam sendo um tiro no escuro. E muitas das vezes o resultado é desastroso, apontam especialistas do setor.
As iniciativas visam a atingir, segundo a consultoria ComScore, 34,2 milhões dos usuários presentes nas redes sociais. O número, de fevereiro deste ano, já é 16% maior em relação ao mesmo mês de 2009. Na liderança, está o Orkut, da Google com 24,6 milhões. Em seguida, aparecem o Windows Live com 11 milhões, o Twitter com 6 milhões e o Facebook com 5 milhões de usuários.
Na opinião de Tiago Turini, diretor do Direct Performance, empresa de mídia digital, não se pode mais ignorar esse novo segmento de mídia , apesar das dificuldades de se conseguir medir a demanda. Cody Simms, diretor sênior de Plataforma Aberta da Yahoo!, destaca a importância das empresas implantarem estratégias de mídia social específicas a fim de manter o seu nome na rede.
– As redes sociais são uma ferramenta poderosa de envolvimento para todas as empresas – afirmou Simms, em viagem recente ao Brasil.
Aliado à falta de planejamento, muitas empresas criam ações sem antes avaliar qual é sua imagem na rede. Com isso, dizem os especialistas, o que deveria ser um espaço de marketing, acaba virando central de atendimento ao cliente.  Outro exemplo são as promoções pouco transparentes. Regina Camargo, gerente de marketing da OMO, ressalta que as redes são interativas e a marca tem de estar preparada para tudo:
– Aprendemos com a experiência. A mídia digital é uma conversa constante. O consumidor não é só um observador.
É por isso que muitas têm apostado no planejamento. Além da OMO, a Skol conta com uma equipe de 15 pessoas que avaliam sua imagem na rede antes de fazer ações específicas, para cada site.
– Em 2009, adotamos uma estratégia interativa. Procuramos entender o funcionamento de cada rede social – diz Sérgio Eleutério, gerente da Plataforma Jovem da Skol.
Por Bruno Rosa, Jornal O Globo
Como sempre procuramos analisar as notícias do ponto de vista do mercado cristão, afinal esta é a razão de ser do Observatório Cristão, o que podemos constatar nesta matéria publicada recentemente no Jornal O Globo é que este ambiente de interatividade proporcionado pela web e redes sociais ainda não foi compreendido na sua totalidade pelo mercado. Poucas empresas já estão entendendo melhor as múltiplas possibilidades deste novo ambiente, mas grande parte ainda erra absurdamente nas ações e estratégias na web. O que percebemos é que as empresas que hoje conseguem desenvolver um trabalho de maior qualidade baseiam-se apenas na experiência de erros e acertos do próprio dia-a-dia.
Na Sony Music Brasil, o departamento digital da companhia conta hoje com 14 profissionais dedicados às inúmeras ações de marketing, novos negócios e estratégia. No departamento de marketing estratégico são mais 3 profissionais específicos para as redes sociais. Já no novo departamento gospel da gravadora, são 5 profissionais atuando diretamente nas redes sociais e web municiando a todos com as últimas notícias da gravadora nos projetos nacional e internacional.
Planejamento e observação são conceitos importantes neste momento em se tratando de web e suas ferramentas. Certamente quem sair na frente irá deter a expertise deste negócio e terá retorno mais rápido do que aqueles que ainda estão retrucando a realidade virtual como o futuro do mercado mundial.

Falta de planejamento e de conhecimento da própria imagem na internet levam marcas a estratégias erradas

Nem sempre as campanhas publicitárias feitas para as redes sociais conseguem atingir o seu objetivo. Pelo contrário. Como o público em sites como Orkut, Facebook e Twitter é muito diversificado e já responde por cerca de 77% dos usuários da internet no Brasil, as ações de marketing acabam sendo um tiro no escuro. E muitas das vezes o resultado é desastroso, apontam especialistas do setor.

As iniciativas visam a atingir, segundo a consultoria ComScore, 34,2 milhões dos usuários presentes nas redes sociais. O número, de fevereiro deste ano, já é 16% maior em relação ao mesmo mês de 2009. Na liderança, está o Orkut, da Google com 24,6 milhões. Em seguida, aparecem o Windows Live com 11 milhões, o Twitter com 6 milhões e o Facebook com 5 milhões de usuários.

Na opinião de Tiago Turini, diretor do Direct Performance, empresa de mídia digital, não se pode mais ignorar esse novo segmento de mídia , apesar das dificuldades de se conseguir medir a demanda. Cody Simms, diretor sênior de Plataforma Aberta da Yahoo!, destaca a importância das empresas implantarem estratégias de mídia social específicas a fim de manter o seu nome na rede.

– As redes sociais são uma ferramenta poderosa de envolvimento para todas as empresas – afirmou Simms, em viagem recente ao Brasil.

Aliado à falta de planejamento, muitas empresas criam ações sem antes avaliar qual é sua imagem na rede. Com isso, dizem os especialistas, o que deveria ser um espaço de marketing, acaba virando central de atendimento ao cliente.  Outro exemplo são as promoções pouco transparentes. Regina Camargo, gerente de marketing da OMO, ressalta que as redes são interativas e a marca tem de estar preparada para tudo:

– Aprendemos com a experiência. A mídia digital é uma conversa constante. O consumidor não é só um observador.

É por isso que muitas têm apostado no planejamento. Além da OMO, a Skol conta com uma equipe de 15 pessoas que avaliam sua imagem na rede antes de fazer ações específicas, para cada site.

– Em 2009, adotamos uma estratégia interativa. Procuramos entender o funcionamento de cada rede social – diz Sérgio Eleutério, gerente da Plataforma Jovem da Skol.

Por Bruno Rosa, Jornal O Globo

Como sempre procuramos analisar as notícias do ponto de vista do mercado cristão, afinal esta é a razão de ser do Observatório Cristão, o que podemos constatar nesta matéria publicada recentemente no Jornal O Globo é que este ambiente de interatividade proporcionado pela web e redes sociais ainda não foi compreendido na sua totalidade pelo mercado. Poucas empresas já estão entendendo melhor as múltiplas possibilidades deste novo ambiente, mas grande parte ainda erra absurdamente nas ações e estratégias na web. O que percebemos é que as empresas que hoje conseguem desenvolver um trabalho de maior qualidade baseiam-se apenas na experiência de erros e acertos do próprio dia-a-dia.

Na Sony Music Brasil, o departamento digital da companhia conta hoje com 14 profissionais dedicados às inúmeras ações de marketing, novos negócios e estratégia. No departamento de marketing estratégico são mais 3 profissionais específicos para as redes sociais. Já no novo departamento gospel da gravadora, são 5 profissionais atuando diretamente nas redes sociais e web municiando a todos com as últimas notícias da gravadora nos projetos nacional e internacional.

Planejamento e observação são conceitos importantes neste momento em se tratando de web e suas ferramentas. Certamente quem sair na frente irá deter a expertise deste negócio e terá retorno mais rápido do que aqueles que ainda estão retrucando a realidade virtual como o futuro do mercado mundial.

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A Internet nasceu praticamente sem querer. Foi desenvolvida nos tempos remotos da Guerra Fria com o nome de ArphaNet para manter a comunicação das bases militares dos Estados Unidos, mesmo que o Pentágono fosse riscado do mapa por um ataque nuclear.
Desenvolvida pela empresa ARPA (Advanced Research and Projects Agency) em 1969, com o objetivo de conectar os departamentos de pesquisa, esta rede foi batizada com o nome de ARPANET.
No meio dos anos 80, havia um interesse suficiente em relação ao uso da Internet no setor de pesquisas, educacional e das comunidades de defesa, que justificava o estabelecimento de negócios para a fabricação de equipamentos especificamente para a implementação da Internet.
A história da Internet no Brasil começou bem mais tarde, só em 1991 com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), uma operação acadêmica subordinada ao MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia).
Em 1994, no dia 20 de dezembro é que a EMBRATEL lança o serviço experimental a fim de conhecer melhor a Internet.
Somente em 1995 é que foi possível, pela iniciativa do Ministério das Telecomunicações e Ministério da Ciência e Tecnologia, a abertura ao setor privado da Internet para exploração comercial da população brasileira.
A Internet ajudou a nivelar o campo de batalha dos negócios para as empresas, permitindo que pessoas em todo o mundo obtenham informações sobre produtos e serviços e as utilizem a seu favor. Nesse ambiente competitivo, é essencial que os consumidores conheçam sua empresa, seus produtos e seus serviços. A Internet o ajuda a alcançar um grande número de consumidores, tanto próximos a você quanto no mundo inteiro, independentemente do tamanho do seu negócio.
Vamos comentar alguns acontecimentos de 1995 à 2005
– 1995
Os ministérios das Comunicações e da Ciência e Tecnologia criam a figura do provedor de acesso privado à Internet e liberam a operação comercial no Brasil. Em maio, é lançado o primeiro jornal brasileiro na Internet, o Jornal do Brasil. Em junho, o Bradesco dá início a seu serviço de Internet.
– 1996
O Brasil tem 100 mil usuários. Em maio, surge o Universo Online (UOL). Em 1º de dezembro, é lançado o portal e provedor de internet ZAZ, com o slogan Zaz – O seu canal na internet. Gilberto Gil lança a canção “Pela Internet”. Lançado o primeiro comunicador instantâneo, o ICQ.
-1997
Início da tecnologia streaming (vídeo).
-1998
Começam os investimentos de empresas estrangeiras de tecnologia e de comunicações no Brasil, que já tem 1 milhão de usuários. 26% das declarações de Imposto de Renda são feitos via internet. O resultado das eleições para presidente, governadores e deputados é publicado em tempo real. Surge o Zipmail, serviço de email gratuito via web. Larry Page e Sergey Brin, dois estudantes Ph.D de Stanford, criam o Google.
-1999
O Brasil já tem 2,2 milhões de usuários. Governo brasileiro lança o programa Sociedade da Informação, para combater a exclusão digital. A Telefônica compra o ZAZ e lança o Terra Networks. A Jovem Pan estréia as transmissões de rádio via web. Shawn Fanning, um universitário norte-americano cria, o Napster.
– 2000
O Napster proporciona o compartilhamento de músicas em mp3 entre usuários e infringe as leis de direitos autorais. A indústria fonográfica estremece com a queda das vendas e bandas como Metallica se levantam contra seus fãs por sentirem-se lesado. Banda larga chega ao Brasil. O iG lança, no País, o primeiro provedor de acesso grátis à internet. A chamada “bolha da internet” tem seu ápice em 2000, mas no mesmo ano começa a cair vertiginosamente, com as ações das empresas de tecnologia despencando nos mercados.
– 2001
Atentado ao WTC traz recorde de audiência na web.
– 2002
Governo brasileiro levanta a bandeira do software livre para proporcionar a inclusão digital. Início do Wi-Fi (internet banda larga sem fio). TV Terraatinge mais de 3 milhões de visitantes por mês. Ondas de serviços online modificam o comportamento do internauta: álbum de fotos, e-mail protegido, bloggers, Instant Messenger.
– 2003
Mozilla desenvolve o browser gratuito Firefox. Apple lança o iTunes, loja virtual de música. A Associação da Indústria de Gravadoras Norte-Americanas inicia os processos contra usuários de baixam músicas ilegalmente.
– 2004
O Brasil é líder mundial de inscritos no Orkut, o site de comunidades virtuais mais procurado do mundo. Atualmente, somos cerca de 30 milhões de internautas. O uso de webcams começa a se popularizar.
– 2005
IPO do Google, essa empresa a partir do Gmail, YouTube, Google Earth, Google Maps e Android se consagrou como o gigante da Internet, mantendo um ritmo acelerado em pesquisa  e inovação constante, o Google é o motor que alimenta incontáveis aspectos de nosso dia a dia desde então
– 2006
Banda Larga mais rápida possibilita que qualquer um possa “broadcast yourself” e o YouTube vira uma febre, onde a audiência produz o conteúdo. No segundo semestre Facebook e Twitter se transformam nas estrelas das mídias sociais.
– 2007
O lançamento do iPhone cria um novo conceito para os smartphones, até 2020, a estimativa é de que um bilhão de novos usuários chegarão à Internet pela primeira vez através de dispositivos móveis.
– 2008
A Campanha presidencial americana, a eleição de Barack Obama e a estratégia de sua campanha online, demonstrou que hoje a internet tem a mesma força que a televisão há 40 anos atrás, dando destaque para os movimentos das redes sociais que mobilizou os eleitores com recorde de arrecadação de fundos online de pequenos doadores.
– 2009
A revolta de parte da população iraniana contra o resultado das eleições naquele país através do Twitter, adiciona à ferramenta o predicado de ser uma forte ambiente de protesto onde a censura é quase impossível de se instalar.
Número de usuários
67,5 milhões de internautas segundo o Ibope/Nielsen em dezembro de 2009. Em setembro eram 66,3 milhões. Ou seja: em apenas 3 meses surgiu 1,2 milhão de novos brasileiros e brasileiras com mais de 16 anos na internet[1]. O Brasil é o 5º país com o maior número de conexões à Internet[2].
Nas áreas urbanas, 44% da população está conectada à internet[3]. 97% das empresas[4] e 23,8% dos domicílios brasileiros estão conectados à internet[5].
Internautas ativos
27,5 milhões acessam regularmente a Internet de casa, número que sobe para 36,4 milhões se considerados também os acesso do trabalho (jul/2009)[6]. 38% das pessoas acessam à web diariamente; 10% de quatro a seis vezes por semana; 21% de duas a três vezes por semana; 18% uma vez por semana. Somando, 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente[7].
Segundo Alexandre Sanches Magalhães, gerente de análise do Ibope//NetRatings, o ritmo de crescimento da internet brasileira é intenso. A entrada da classe C para o clube dos internautas deve continuar a manter esse mesmo compasso forte de aumento no número de usuários residenciais.[8].

Hoje  iremos falar um pouquinho sobre INTERNET, esse mundo virtual onde tudo é possível, onde o improvável tornou-se provável, onde os contatos através de cartas ou telegrama tornou-se algo tão simples que um simples e-mail pode resolver, onde hoje cada um pode ter seu próprio blog e também comentar suas particularidades através do twitter ou se inserir na sua rede de amigos através do Orkut ou Facebook?

Então, vamos falar sobre esse mundão que se chama Internet, talvez você não saiba mais a  Internet nasceu praticamente sem querer. Foi desenvolvida nos tempos remotos da Guerra Fria com o nome de ArphaNet para manter a comunicação das bases militares dos Estados Unidos, mesmo que o Pentágono fosse riscado do mapa por um ataque nuclear.

Desenvolvida pela empresa ARPA (Advanced Research and Projects Agency) em 1969, com o objetivo de conectar os departamentos de pesquisa, esta rede foi batizada com o nome de ARPANET.

No meio dos anos 80, havia um interesse suficiente em relação ao uso da Internet no setor de pesquisas, educacional e das comunidades de defesa, que justificava o estabelecimento de negócios para a fabricação de equipamentos especificamente para a implementação da Internet.

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É projeto de governo! O presidente Lula definiu recentemente que o governo federal deve oferecer banda larga a todos os brasileiros no menor espaço de tempo! A intenção foi anunciada em fins de 2009 e desde então são travadas enormes disputas para a elaboração do Plano Nacional de Banda Larga, também conhecido como PNBL, mas pouco se sabe sobre a importância deste projeto.

O que podemos concordar neste momento é que a internet não é mais uma opção e sim, uma necessidade! Fundamental para exercer direitos e deveres, como declarar o imposto de renda, pagar tributos, cadastrar-se em programas sociais, mas acima de tudo para que cada cidadão possa usufruir de uma poderosa ferramenta de educação, informação, entretenimento, lazer e cultura.

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Um marco histórico foi alcançado pela internet na semana passada: a mídia online ultrapassou as revistas em faturamento publicitário pelo mundo e se tornou a terceira maior mídia em escala global.

A conclusão é de um estudo da Zenith Optimedia, que mostra uma aproximação da web com os jornais. A internet atraiu US$ 55 bilhões de investimentos em todo o mundo, sendo responsável por 12,6% do bolo publicitário no mundo, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1%, e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.

Ponto de encontro online dos descolados do universo musical, o MySpace enfrenta um cenário de grande concorrência no mercado brasileiro, onde se instalou oficialmente em dezembro de 2007. Na época, o site voltado aos fãs de música chegou fazendo o estardalhaço de quem viria competir como o então e atual líder local das redes sociais, o Orkut. Desde então, Twitter e Facebook ganharam força no país e o MySpace, propriedade da News Corp, teve de rever a estratégia com a qual havia desembarcado por aqui.

“Ninguém tira o trono do MySpace pelo fato de ele oferecer conteúdo musical direto da fonte. Mas as redes sociais mudaram, se adaptaram e também tivemos de nos mexer”, afirmou ao UOL Tecnologia, Túlio Magalhães, que assumiu em outubro de 2009 o cargo de gerente comercial do MySpace Brasil. Isso significa, entre outras coisas, que o site pretende diversificar seu público: freqüentado principalmente por jovens e fãs de música alternativa, o br.myspace.com deve passar a contar com público sertanejo e gospel, entre outros.

Até meados dos anos 80, as gravadoras não somente cuidavam da produção, divulgação e distribuição dos LPs (sim Long Plays, isso de fato existiu!) de seus artistas, como também administravam suas carreiras para a área de shows. Uma gravadora de grande porte reunia em seus escritórios algo como 300, 400 profissionais que atuavam em diferentes áreas do processo de produção musical, controle e administração, estoque, expedição, publicidade, promoção e vendas, direitos autorais, entre outras atividades.
Com o boom do mercado fonográfico nacional em fins dos anos 80, as gravadoras optaram sistematicamente por abrir mão de agenciar artisticamente os seus contratados. Dizia-se à época que vender shows, administrar agendas, contratantes, logística e todas as variáveis que faziam parte deste universo seriam muito trabalhosos e pouco rentáveis. Assim surgiram os escritórios de empresários para cuidarem dos shows dos artistas pelo país e exterior.
Com a mudança da mídia de LP para CD e a impressionante implosão do mercado fonográfico pela pirataria, uma abrupta série de mudanças no mercado ocorreram trazendo um verdadeiro clima de caos ao mercado fonográfico mundial. As gravadoras viram seus faturamentos encolherem e onde antes existiam centenas de funcionários, restaram dezenas de profissionais esforçando-se por salvar aquele que outrora fora um mercado pujante.
Com a chegada da web e o mercado digital, muitos “arautos do apocalipse” anteciparam-se a decretar o sepultamento do mercado fonográfico. Realmente, por volta dos anos 2000, ninguém sabia bem ao certo como se dariam as mudanças de hábito do consumidor e o relacionamento do mercado com a música.
Passado o momento de absoluto pânico, o que vemos hoje é um mercado promissor com o advento do ambiente digital onde as possibilidades de negócios se multiplicaram de forma exponencial. Se antigamente as gravadoras no país atuavam junto a um mercado distribuidor com 3.000 pontos de venda entre lojas especializadas, magazines, supermercados e distribuidores, atualmente este mercado no Brasil ampliou-se com mais de 200 milhões de aparelhos celulares, inúmeros projetos especiais, sites, downloads, ações promocionais.
Acompanhando as mudanças no trato com o mercado consumidor, as gravadoras buscam uma nova configuração no relacionamento com os artistas. Se até bem pouco tempo atrás as gravadoras focavam suas ações tão somente na venda de CDs, hoje a visão é ampliar a atuação no mercado através do modelo 360º.
O modelo 360º tem como base otimizar todo tipo de negócio relacionado à figura do artista e da música. Atualmente algumas gravadoras já administram a carreira dos seus contratados de forma plena, ou seja, a área de agenciamento de shows, passando por ações de merchandising e publicidade. O objetivo neste novo modelo é proporcionar ao artista diversos tipos de negócios que venham a impulsionar ainda mais sua carreira artística. A gravadora não mais se preocupa em fazer apenas um belo projeto musical, mas passa a administrar de forma completa a carreira artística musical como também a área digital, direitos autorais e de imagem, contratos publicitários, workshops, entre outros.
No mercado gospel nacional este modelo de negócio ainda não existe. Nenhuma gravadora gospel neste momento oferece tal pacote de assessoria plena, muito em função de uma falta de entendimento sobre esta nova modalidade de gestão e também porque certamente haverá uma revolta daqueles artistas que hoje administram suas carreiras. É claro que esta discussão irá gerar debates acalorados daí em diante, mas é importante que todas as partes envolvidas comecem a pensar nesta nova situação porque ela é uma tendência clara e definitiva.

Até meados dos anos 80, as gravadoras não somente cuidavam da produção, divulgação e distribuição dos LPs (sim Long Plays, isso de fato existiu!) de seus artistas, como também administravam suas carreiras para a área de shows. Uma gravadora de grande porte reunia em seus escritórios algo como 300, 400 profissionais que atuavam em diferentes áreas do processo de produção musical, controle e administração, estoque, expedição, publicidade, promoção e vendas, direitos autorais, entre outras atividades.

Com o boom do mercado fonográfico nacional em fins dos anos 80, as gravadoras optaram sistematicamente por abrir mão de agenciar artisticamente os seus contratados. Dizia-se à época que vender shows, administrar agendas, contratantes, logística e todas as variáveis que faziam parte deste universo seriam muito trabalhosos e pouco rentáveis. Assim surgiram os escritórios de empresários para cuidarem dos shows dos artistas pelo país e exterior.

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Internet Explore, Firefox, Chrome, Safari e Opera são os principais navegadores da atualidade porém, Internet Explore  observa os outros navegadores se aproximando cada vez mais.

De acordo com dados da Net Applications, o Google Chrome atingiu a marca de 6,13% de participação no mercado de navegadores em março.

O crescimento impressiona, já que, em março de 2009, o browser tinha 2% de market share, e deve ter sido impulsionado com o lançamento de versões para Mac OS e para Linux, além do seu constante aperfeiçoamento, ganhando atualizações e novidades em um ritmo acelerado.

Já o Internet Explorer registrou queda no mesmo período, indo de 61,58% para 60,65% de participação. O Firefox manteve o segundo lugar, com 25,52%, e o Safari, da Apple, ficou com o quarto lugar, com 4,45% do market share.

Especulações de analistas apontam que a participação do Chrome chegará a 10% até o final deste ano.

Eu, particularmente prefiro o Chrome e o Firefox e tenho tédio do IE, e vocês? Opinem!

Com informações de GeekMeio Bit