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Celular: uma nova modalidade de inclusão/exclusão digital

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Apesar de representar apenas uma pequena fatia na educação e socialização em nosso país, os números da inclusão digital vêm crescendo consideravelmente; e isso é muito bom.

Uma nova modalidade de inclusão digital que tem crescido é o aparelho de telefonia celular, através de seus diferentes formatos, como voz, web, sms e outros.

Segundo informação divulgada pela Anatel, em abril de 2009 havia oito celulares para cada dez habitantes. Isso representa mais de 153 milhões de assinantes no

Serviço Móvel Pessoal (SMP), com mais de 1.3 milhão de novas habilitações (crescimento de 0,86%), apenas em março de 2009.

Os maiores crescimentos da teledensidade em março foram registrados no Maranhão, Amapá, Amazonas, Alagoas e Pará. É isso mesmo: pontos distantes dos grandes centros que, talvez, você nem imaginasse que tivessem sinal.

Analisando esses números e as atuais mudanças na forma de oferecer conteúdo e entretenimento, me deparei com algumas informações que me fizeram refletir sobre esse tema. De todo esse universo, 81,61% são pré-pagos e apenas 18,39% póspagos, sendo que desses pré-pagos, muitos utilizam o aparelho apenas para receber ligação. (Anatel, abril de 2009).

Segundo pesquisa da Nielsen realizada no quarto trimestre de 2008, cerca de 16% dos consumidores só usam o celular para voz e 25% usam o celular para voz e mensagem de texto. Apenas 19% usam serviços de valor adicionado, como acesso a web, envio de mensagens mms, Apps e outros.

Esses dados por si só já seriam um bom argumento. Não basta ter um aparelho celular para estar incluído digitalmente. Mas ainda há outros pontos que gostaria de analisar com vocês.

Segundo pesquisa do Yankee Group, a expectativa é que em 2013 a venda de Smartphones atinja 38%. Segundo as próprias operadoras, quem tem esse tipo de aparelho gasta cerca de 20% a mais no final do mês na conta telefônica. Com a velocidade frenética e o avanço das tecnologias mobile, esses números poderiam ser bem mais animadores.

Com o advento da tecnologia 3G, a previsão é que o número de acessos à web através de celular aumente ainda mais.

Sendo assim, de alguma maneira o celular acaba excluindo digitalmente grande parte dos usuários. Ou você tem um iPhone ou fica de fora. Se tem, pode baixar milhares de aplicativos. Se não tem, fica na vontade. Alguns concorrentes começam a se mexer, mas os usuários têm sede de informação.

O mercado de telefonia móvel podia tomar a internet como exemplo. A internet ganhou um incrível número de usuários e popularizou-se graças à redução do custo dos computadores pessoais e o surgimentos das Lan Houses, que levou o acesso a rede a locais e pessoas com poucos recursos. Com isso a inclusão digital também deu um enorme salto. A redução nos custos da navegação através de banda larga também contribuiu, e muito, para isso acontecer. Com isso, todos saíram

ganhando. Essa inclusão através das redes de telefonia celular também pode ser acelerada com planos de telefonia mais baratos e pacotes de dados mais acessíveis.

Todos sairão ganhando, clientes, operadores, empresas, etc.

fonte: imasters

Apesar de representar apenas uma pequena fatia na educação e socialização em nosso país, os números da inclusão digital vêm crescendo consideravelmente; e isso
é muito bom.
Uma nova modalidade de inclusão digital que tem crescido é o aparelho de telefonia celular, através de seus diferentes formatos, como voz, web, sms e
outros.
Segundo informação divulgada pela Anatel, em abril de 2009 havia oito celulares para cada dez habitantes. Isso representa mais de 153 milhões de assinantes no
Serviço Móvel Pessoal (SMP), com mais de 1.3 milhão de novas habilitações (crescimento de 0,86%), apenas em março de 2009.
Os maiores crescimentos da teledensidade em março foram registrados no Maranhão, Amapá, Amazonas, Alagoas e Pará. É isso mesmo: pontos distantes dos
grandes centros que, talvez, você nem imaginasse que tivessem sinal.
Analisando esses números e as atuais mudanças na forma de oferecer conteúdo e entretenimento, me deparei com algumas informações que me fizeram refletir
sobre esse tema. De todo esse universo, 81,61% são pré-pagos e apenas 18,39% póspagos, sendo que desses pré-pagos, muitos utilizam o aparelho apenas para receber
ligação. (Anatel, abril de 2009).
Segundo pesquisa da Nielsen realizada no quarto trimestre de 2008, cerca de 16% dos consumidores só usam o celular para voz e 25% usam o celular para voz e
mensagem de texto. Apenas 19% usam serviços de valor adicionado, como acesso a web, envio de mensagens mms, Apps e outros.
Esses dados por si só já seriam um bom argumento. Não basta ter um aparelho celular para estar incluído digitalmente. Mas ainda há outros pontos que gostaria
de analisar com vocês.
Segundo pesquisa do Yankee Group, a expectativa é que em 2013 a venda de Smartphones atinja 38%. Segundo as próprias operadoras, quem tem esse tipo de
aparelho gasta cerca de 20% a mais no final do mês na conta telefônica. Com a velocidade frenética e o avanço das tecnologias mobile, esses números poderiam
ser bem mais animadores.
Com o advento da tecnologia 3G, a previsão é que o número de acessos à web através de celular aumente ainda mais.
Sendo assim, de alguma maneira o celular acaba excluindo digitalmente grande parte dos usuários. Ou você tem um iPhone ou fica de fora. Se tem, pode baixar
milhares de aplicativos. Se não tem, fica na vontade. Alguns concorrentes começam a se mexer, mas os usuários têm sede de informação.
O mercado de telefonia móvel podia tomar a internet como exemplo. A internet ganhou um incrível número de usuários e popularizou-se graças à redução do custo
dos computadores pessoais e o surgimentos das Lan Houses, que levou o acesso a rede a locais e pessoas com poucos recursos. Com isso a inclusão digital também
deu um enorme salto. A redução nos custos da navegação através de banda larga também contribuiu, e muito, para isso acontecer. Com isso, todos saíram
ganhando. Essa inclusão através das redes de telefonia celular também pode ser acelerada com planos de telefonia mais baratos e pacotes de dados mais acessíveis.
Todos sairão ganhando, clientes, operadores, empresas, etc.
  • Mauricio Soares

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